1 ano de fundação da Pastoral do Cego no dia
15 de outubro, sábado, 17 h . Presidência do Frei Anselmo, OFM. (Sacerdote
Cego). Local: Sodalício da Sacra Família, Tijuca.
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
sexta-feira, 9 de setembro de 2016
D. Orani dá recado aos participantes das Paralimpíadas 2016
O Cardeal e Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom
Orani João Tempesta, deu um recado aos participantes das Paralimpíadas 2016. A
chama paralímpica chegou ao Rio de Janeiro e foi levada até o Cristo
Redentor.
Fonte:
http://redevida.com.br/programa/jctv/cardeal-dom-orani-tempesta-da-recado-aos-participantes-das-paralimpiadas-2016.html
terça-feira, 6 de setembro de 2016
Brasileira disse não ao aborto, ficou paraplégica e hoje brilha na esgrima paralímpica
Nos Jogos Paralímpicos 2016, no Rio de
Janeiro, o Brasil será representado na esgrima por uma mulher que há cerca de
14 anos teve que tomar uma decisão que mudaria a sua vida: disse não a um aborto para
salvar sua filha, mas, por conta de uma doença, ficou paraplégica. Trata-se da
esgrimista Mônica Santos tetracampeã brasileira e bicampeã das Américas.
Aos 18 anos, descobriu que estava grávida do
primeiro filho. Mas, à alegria da maternidade seguiu-se outra notícia
preocupante. Mônica foi diagnosticada com um angioma medular.
“Tive um angioma medular durante o segundo
mês de gestação e os médicos queriam que eu interrompesse a gravidez para poder
operar”, contou a atleta em uma entrevista à Gazeta Esportiva.
“Ao invés de interromper para voltar a andar
– recordou –, eu optei em ter a nenê e só depois fazer a cirurgia”.
A decisão de Mônica de fazer a cirurgia após
o parto poderia acarretar sérios riscos à sua saúde, inclusive de ficar
tetraplégica. Mesmo consciente dessa possibilidade, optou pela vida de sua
filha, Paola, hoje com 13 anos.
“Eu poderia ter ficado tetraplégica, mas acho
que Deus compensou por eu não ter matado a sementinha que tinha em mim e fiquei
paraplégica”, disse.
Ao declarar ter se tornado cadeirante “por
opção”, Mônica comentou ao site do Globo Esporte que “o fato é que eu queria
ter um bebê, ali era uma vida, e eu não queria tirar aquela vida. Acho que era
um ser humano desde o momento que estava ali batendo o coraçãozinho”.
Antes mesmo da gravidez e da descoberta da
doença, Mônica Santos já praticava esportes. Depois que ficou paraplégica, não
deixou sua vida de atleta de lado e buscou esportes que pudesse praticar.
“Quando andava, fazia futebol amador e não
conhecia a esgrima”, contou à Gazeta Esportiva. “Após a lesão – continuou –,
comecei no basquete e fui apresentada ao jogo de espadas procurando esportes
adaptados”.
Na esgrima, logo começou a trilhar seu
caminho e, em um ano, foi convocada para a seleção brasileira, firmando-se, em
seguida, como principal atleta. Vieram as conquistas nacionais e internacionais
e, agora, está focada na Paralimpíada. Ao seu lado sempre esteve presente a sua
maior medalha, Paola, o que não será diferente no Rio de Janeiro.
“Vai torcer bastante por mim. Hoje sou mais
feliz do que quando eu andava, dou valor para outras coisas”, garantiu a
atleta.
Fonte:
http://www.acidigital.com/noticias/brasileira-disse-nao-ao-aborto-ficou-paraplegica-e-hoje-brilha-na-esgrima-paralimpica-20481/
terça-feira, 30 de agosto de 2016
Papa Francisco envia saudação aos atletas paralímpicos
O cardeal Pietro Parolin, secretário de
estado do Vaticano, enviou ao arcebispo cardeal Orani Tempesta telegrama do
Papa Francisco, no qual o pontífice “envia uma cordial saudação aos atletas,
organizadores, voluntários e participantes, juntamente com uma palavra de
incentivo para que as paralimpíadas, que celebram muito mais a vitória sobre as
dificuldades impostas pela fragilidade da natureza humana do que a conquista de
uma medalha, sejam não somente um instrumento para a prática da virtude em
vista do crescimento integral humano mas, acima de tudo, uma ajuda para superar
as barreiras do preconceito e da exclusão”.
A mensagem diz ainda que, “de modo
particular, o Papa Francisco anima as comunidades católicas da Arquidiocese do
Rio de Janeiro a seguirem com a sua generosa colaboração solidária com este
evento que aproxima os povos e pode contribuir com a cultura do encontro para
superar os conflitos”.
Fonte:
http://radiocatedral.com.br/site/papa-francisco-envia-saudacao-aos-atletas-paralimpicos/
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
Papa Francisco abençoa paratletas brasileiros que competirão nos Jogos do Rio
O papa Francisco recebeu nesta quarta-feira
uma delegação do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), na Praça de São Pedro, em
Roma. Estiveram presentes representando os atletas brasileiros Sergio Froes, do
hipismo, e Jovane Guissone, campeão paralímpico na esgrima em cadeira de rodas
nos Jogos Paralímpicos de Londres. O vice-presidente do CPB, Ivaldo Brandão, e
o diretor de relações institucionais da entidade, Luiz Garcia, também
participaram do encontro.
O papa deu a benção aos atletas e desejou
sorte nos Jogos Paralímpicos do Rio, que serão disputados entre os dias 7 e 18
de setembro. Ele ganhou de presente um agasalho da equipe brasileira do esgrimista
Jovane Guissone. Na audiência geral aos fiéis na Praça de São Pedro, o santo
padre também fez uma saudação especial aos atletas e aos membros dos CPB, do
Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) e do Comitê
Paralímpico Italiano que se preparam para o Rio-2016.
"Na hora em que eu vi que o Papa estava
vindo na nossa direção, eu nem acreditei. Foi algo inesquecível, um momento
muito especial. Ele me abençoou, abençoou meus pertences e nos desejou sorte e
muita energia positiva nos Jogos Paralímpicos. Ele também nos pediu que
rezássemos pelas vítimas do terremoto na Itália", disse Jovane Guissone,
se referindo ao grande tremor que causou estragos e provocou vários mortes
nesta quarta-feira em solo italiano.
Para Sergio Froes, o encontro dará ainda mais
motivação na reta final de preparação para a competição no Rio. "Eu volto
daqui para a França, onde estamos fazendo a preparação do hipismo, ainda mais
motivado e com mais satisfação para chegar aos Jogos no Rio. Foi uma honra
encontrar o Papa", afirmou Sergio.
Fonte:
http://esporte.ig.com.br/olimpiadas/2016-08-24/papa-paralimpiadas-bencao-rio-2016.html
sexta-feira, 29 de julho de 2016
Papa entre as crianças doentes: a ternura faz crescer a humanidade
O Papa Francisco visitou, na tarde desta
sexta-feira, 29 de julho, o Hospital Pediátrico Universitário (UCH) de
Prokocim, em Cracóvia.
É o maior hospital pediátrico do sul da
Polônia que a cada ano cura cerca de 200 mil crianças. A sua construção iniciou
sob os auspícios da diáspora polonesa nos Estados Unidos, e mais tarde o seu
funcionamento contou com a ajuda financeira do governo estadunidense. Está na
vanguarda nas operações de separação de gêmeos siameses, nos tratamentos de
queimaduras e problemas cardíacos em crianças.
Este hospital foi visitado, em 13 de agosto
de 1991, por São João Paulo II. Na capela do edifício estão conservadas algumas
relíquias do santo, há adoração perpétua do Santíssimo Sacramento, e se celebra
a missa cotidiana para as crianças, seus país, os funcionários do hospital e os
estudantes de medicina. O cuidado pastoral e a capelania estão aos cuidados dos
Padres Dehonianos.
O Papa Francisco foi acolhido pela
primeira-ministra polonesa, Beata Szydło, e por cinquenta crianças doentes com
os seus pais. O Santo Padre saudou um por um, e os acariciou. Recebeu como
presente alguns desenhos e depois foi visitar outras crianças nas repartições
de emergência.
Segue, na íntegra, a saudação do Papa
Francisco em sua visita ao Hospital Pediátrico de Prokocim.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
Ação inclusiva da Pastoral dos Surdos
Já faz 20 anos que a Pastoral dos Surdos
funciona na Basílica do Imaculado Coração de Maria, no Méier, respeitando a
identidade e a cultura das pessoas com deficiências auditivas e valorizando a
vida e todas as suas potencialidades. Atualmente, o grupo é frequentado por 34
pessoas surdas.
Confiada aos padres claretianos, a paróquia é
uma das sete na cidade do Rio de Janeiro que conta com a presença de
intérpretes de Libras, (Língua Brasileira de Sinais), utilizada como
instrumento e mediação do diálogo com os outros e com Deus.
Além de possibilitar aos surdos um espaço
dentro da comunidade paroquial para o testemunho de vida cristã e o engajamento
nos diversos serviços e ministérios, o trabalho pastoral busca eliminar o
preconceito, o individualismo e a discriminação, presente ainda hoje nas
famílias, nas escolas e no mundo do trabalho.
Margareth Maria Lessa Gonçalves, intérprete
da paróquia, contou que a Pastoral dos Surdos nasceu a partir da vontade de um
grupo de surdos de participar da paróquia. “Um grupo de surdos veio à paróquia
perguntar se haveria alguém disposto a aprender e ensinar a língua de sinais
para que eles pudessem participar das celebrações da Basílica do Imaculado
Coração de Maria. O pároco, na época, concordou e o trabalho foi iniciado”.
A pastoral busca integrar o surdo com a
Igreja, permitindo o contato com a fé
católica, na vivência de espiritualidade de proximidade e misericórdia.
São ações que visam uma vida em comunidade, sem preconceito, exclusão e
individualismo. A tarefa principal da pastoral é a promoção humana através do
anúncio de Jesus Cristo.
Segundo a intérprete, conforme o tempo passa,
os surdos vão entendendo as celebrações e passam interagir de forma prática.
Isto é também um dos objetivos do trabalho realizado na paróquia. “Procuramos
formar pessoas capazes de catequizar e dirigir celebrações, superando as
dependências de cada um”, afirmou.
A paróquia também dispõe de uma oficina para
pessoas que queiram aprender o universo da Língua Brasileira de Sinais. “É um
espaço aberto para moradores do bairro que querem aprender um pouco desta
cultura e ajudar no trabalho”, explicou Margareth, que percebe esta ação como
uma forma de multiplicar a questão da acessibilidade.
Margareth enxerga na existência da pastoral a
importância da prática da fraternidade, da igualdade e da vivência do amor de
Deus. “Somos todos filhos de Deus, e nas pastorais vemos isso. Filhos de um
Deus que ama a todos de forma igual. É essa acessibilidade, de que todos os
filhos de Deus possam vir à casa do Pai”, concluiu.
Referência em trabalho social, a comunidade
da Basílica do Imaculado Coração de Maria participou da Peregrinação da
Pastoral da Pessoa com Deficiência (Pasped) à Porta Santa na Catedral de São
Sebastião, no dia 11 de junho, e na semana seguinte foi para Londrina
participar do Encontro das Obras Sociais dos Claretianos no Brasil, junto com o
pároco Júlio Cesar Melo Miranda.
Fonte:
Jornal Testemunho de Fé, página 8
domingo, 17 de julho de 2016
Festas Julinas
Festas Julinas dos Vicariatos Suburbano, Jacarepaguá e Leopoldina na Paróquia Cristo Rei em Vaz Lobo. E Vicariato Santa Cruz na Paróquia de Sant'Ana em Campo Grande.
terça-feira, 12 de julho de 2016
Deficientes e Paralimpíadas
D.
Orani João Tempesta
Cardeal
Arcebispo do Rio de Janeiro
De 7 a 28 de setembro próximo teremos a
oportunidade de assistir aqui no Brasil os Jogos Paralímpicos. Acredito que
será uma ótima oportunidade de trabalhar a importância da dignidade da pessoa
deficiente e que supera seus limites e nos dá exemplos de combate e
transformação. Será educativo para as famílias levarem seus filhos para
assistir a esses jogos que, tenho certeza, mudarão muitos conceitos no coração
e na mente de nosso povo.
Na Igreja tivemos também o Jubileu das
Pessoas Deficientes. E, em geral, em todas as audiências, celebrações e visita
do Papa ele sempre encontra as pessoas deficientes, demonstrando assim a
consideração da Igreja pela inclusão desses nossos irmãos e irmãs.
Este Jubileu aconteceu em Roma entre 6 a 12
de junho e esses dias foram marcados com alguns eventos. O Vaticano fez deste
Jubileu de Pessoas Deficientes o ponto forte da metade do Ano da Misericórdia,
que o Papa Francisco iniciou em dezembro, lembrando a importância do respeito a
todos e, em especial, também pelos doentes no ensino da fé cristã e no
compromisso da Igreja.
No domingo, 12 de junho, na Missa na Praça de
São Pedro, o Papa afirmou o valor de “amar apesar de tudo”. O Santo Padre
sublinhou o fato de tantas pessoas com deficiência e enfermas se reabrirem à
vida logo que descobrem que são amadas.
Segundo o Santo Padre, muitas vezes a atitude
humana é a de confiar apenas nas descobertas da ciência, considerando que no
pensar de muitos seria “impossível ser feliz uma pessoa enferma ou deficiente,
porque incapaz de realizar o estilo de vida imposto pela cultura do prazer e da
diversão”. No entanto – realçou o Papa – “é grande a ilusão em que vive o homem
de hoje, quando fecha os olhos à enfermidade e à deficiência! Não compreende o
verdadeiro sentido da vida, que inclui também a aceitação do sofrimento e da
limitação” – disse o Papa, salientando que “o mundo não se torna melhor quando
se compõe apenas de pessoas que se acham aparentemente “perfeitas”, mas quando
crescem a solidariedade, a mútua aceitação e o respeito entre os seres
humanos”.
O Papa Francisco se referiu ainda na sua
homilia da missa a leitura do Evangelho que nos fala da mulher pecadora e
marginalizada, que Jesus acolhe e defende “porque muito amou”. Jesus está
atento às lágrimas e ao sofrimento daquela mulher: “a sua ternura é sinal do
amor que Deus reserva àqueles que sofrem e são excluídos”. “Amar apesar de
tudo” – sublinhou o Papa.
Portanto, devemos, é claro, olhar para cada
pessoa com deficiência com o olhar do Cristo que acolhe e trata bem a todos,
com o olhar e o sentimento de compaixão e do serviço. Por isso, digo: o que
pudermos fazer por estes nossos irmãos façamos com alegria e com toda a boa
vontade do mundo.
terça-feira, 14 de junho de 2016
Pastoral da Pessoa com Deficiência realiza Peregrinação
Catedral
de São Sebastião recebe Portadores de Deficiência da Arquidiocese do Rio numa
linda Peregrinação no dia 11/06.
segunda-feira, 6 de junho de 2016
Peregrinação da Pastoral da Pessoa com Deficiência
A Catedral de São Sebastião, no Centro do
Rio, tem recebido durante este ano Jubilar peregrinos que buscam fazer uma
experiência de fé, além de receber as indulgências devido ao Ano da
Misericórdia. Entre as várias peregrinações está a da Pastoral da Pessoa com
Deficiência, que será no dia 11 de junho, às 9h, com transmissão para todo o
Brasil pela RedeVida de Televisão, Rádio Catedral e WebTV Redentor. A
celebração, que será presidida pelo Cardeal Orani João Tempesta, contará com a
presença de pessoas que possuem os quatro tipos de deficiência: visual,
auditiva, física e mental.
De acordo com o coordenador arquidiocesano da
Pastoral da Pessoa com Deficiência, César Bacchim, esse será um momento de
oração, espiritualidade e de integração. Ele também acrescentou que a Porta
Santa lembra que as pessoas com deficiência, assim como qualquer cristão,
também são necessitadas da misericórdia de Deus.
“Por vezes, o conceito de pessoas com
deficiência é o de que eles não precisam de misericórdia e nem necessitam ser
misericordiosos com os outros. Pelo contrário, a pessoa com deficiência também
precisa de conversão, da confissão e da graça de Deus”, disse.
“A Porta Santa vem nos ensinar que a pessoa
com deficiência também faz parte da caminhada da Igreja. Deve estar sempre
incluída e não excluída. Será uma linda experiência, por isso convidamos o povo
de Deus e os agentes pastorais, inseridos ou não nas pastorais e movimentos da
Igreja, para que também, possam participar conosco”, destacou o coordenador.
Fonte:
Jornal Testemunho de Fé, página 5
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Hino da JMJ Cracóvia 2016 na linguagem de sinais
Os organizadores da Jornada Mundial da
Juventude (JMJ) Cracóvia 2016 lançaram a versão em linguagem de sinais do hino
oficial deste evento, o qual acontecerá nesta cidade da Polônia entre os dias
25 e 31 de julho com a participação do Papa Francisco.
A pastoral para surdos em Breslavia, com a
colaboração da Fundação Fonis, foram os encarregados de realizar o projeto no
qual participaram mais de 40 pessoas, entre eles o Arcebispo de Breslavia, Dom
Józef Kupny.
No
vídeo também se pode observar algumas religiosas realizando diversas obras de
misericórdia.
O hino oficial da JMJ intitulado
“Bem-aventurados os misericordiosos”, foi composto pelo advogado Jakub
Blycharz, compositor da música e criador da letra.
A tradução e adaptação do polonês para o
português ficou sob a responsabilidade dos padres Zezinho e Joãozinho e do
jovem Jonas Rodrigues, da Diocese de Mogi das Cruzes (SP).
1.
Levantarei meu olhar aos montes
De
onde o auxílio virá
Deus
é a força de quem tem fé
Misericórdia
Ele é
2.
Quando erramos Ele é por nós
Mostra-nos
o colo do Pai
Com
seu sangue libertador
Livra
do mal e da dor
BEM
AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS
PORQUE
ELES ALCANÇARÃO MISERICÓRDIA (2x)
3.
Sem seu perdão quando eu cair
Quem
poderá me levantar?
Se
Deus perdoa quem somos nós
Para
não perdoar?
4.
O sangue de Cristo nos resgatou
Ele
ressuscitou
Grite
pro mundo inteiro ouvir
Jesus
Cristo é o Senhor!
5.
Deixa o teu medo e tem fé
Um
novo tempo virá
Cristo
está vivo: vivo entre nós!
E
um dia ele voltará!
BEM
AVENTURADOS OS MISERICORDIOSOS
PORQUE
ELES ALCANÇARÃO MISERICÓRDIA (4x)
Fonte:
http://www.acidigital.com/noticias/video-hino-da-jmj-cracovia-2016-na-linguagem-de-sinais-99754/
terça-feira, 12 de abril de 2016
Catequese Especial em Teresópolis
Aconteceu na Casa de Retiro Gato Cinzento, em Teresópolis, o
Encontro de Catequistas da Catequese Especial.
Estiveram
presentes 53 catequistas de Petrópolis, Magé, Pedro do Rio, Piabetá, Parada
Modelo, Petrópolis, Teresópolis, Mauá e outros municípios.
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Dia Mundial da Conscientização do Autismo
Nesse domingo, 3 de abril, a Paróquia São
José da Lagoa vai receber, na praça ao lado da igreja, o evento pelo Dia
Mundial da Conscientização do Autismo. A partir das 9h, crianças, adolescentes
e adultos autistas e as famílias terão uma manhã de inclusão, com recreação e
informações sobre os serviços da Comissão de Direitos dos Autistas e Familiares
(CDAF) da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional do Rio de Janeiro (OAB-RJ).
A ação, criada em 2008 pela Organização das
Nações Unidas (ONU), chama a atenção para a importância de conhecer e tratar o
transtorno que atinge mais de 2 milhões de brasileiros, segundo dados da
própria organização.
As atividades estão incluídas no fim de
semana de celebrações, que começa com a iluminação em azul do Cristo Redentor,
nessa sexta-feira, 1º de abril, às 18h. De acordo com a comissão, o azul foi
definido como a cor do autismo porque é mais comum em meninos.
No dia 2, às 9h, será realizada uma cerimônia
no Santuário Cristo Redentor, em que Padre Omar Raposo dará uma bênção a todos
os que estiverem presentes.
CCBB
No Centro Cultural Banco do Brasil, de 02/04
a 10/04, acontecerá a 4º edição da Semana
de Conscientização do Autismo - Não Somos Um.
Programação diversa e gratuita, com objetivo
de apresentar as multiplicidades do espectro do transtorno do autismo.
No topo
da página, está a divulgação dos eventos. Participe!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
Infectadas pelo vírus Zika brasileiras optam pelo "aborto preventivo" dos seus bebês
Mulheres casadas, com educação de nível
superior e boas condições financeiras que queriam ser mães. Engravidaram, mas
foram diagnosticadas com o vírus Zika. Diante dos elevados números de casos de
bebês com microcefalia decorrente desta infecção, tomaram uma decisão pelo
suposto bem maior: abortar antes mesmo do diagnóstico da malformação.
Esses casos foram relatados em reportagem do
jornal Folha de S. Paulo, do dia 31 de janeiro. Segundo a publicação,
médicos contaram sobre gestantes que estavam entre a sexta e a oitava semana e
resolveram interromper a gravidez clandestinamente usando o misoprostol
(Citotec), cuja venda está proibida nas farmácias desde 1998.
Segundo a Folha procedimentos para abortar
custam entre R$5.000 e R$15.000, em clínicas particulares, dependendo do
estágio da gestação.
A reportagem cita o caso de duas grávidas de
São Paulo, atendidas pelo infectologista Artur Timerman. O médico contou que,
após confirmado que estavam com Zika, elas o perguntaram sobre os riscos de o
bebê ter microcefalia. Dr. Timerman disse ter explicado que havia sim um risco,
mas ele não saberia estimar a porcentagem de certeza. Diante disso, elas
decidiram abortar. “Em nenhum momento eu disse faça ou não faça”, afirmou o
médico.
Outro caso foi assinalado pelo ginecologista
Ana (que preferiu não dar o sobrenome). Ela recordou que, no Nordeste do país,
atendeu três mulheres que, após a confirmação do Zika, optaram pelo aborto.
A médica constatou: “Não quiseram esperar para ver”.
Diante desses casos chamados muitas vezes de
“abortos preventivos”, a presidente do Movimento Brasil Sem Aborto e doutora em
microbiologia, Lenise Garcia, declarou em entrevista ao site da Arquidiocese de
Brasília que a interrupção da gravidez por causa da microcefalia pode ser
considerada eugenia (seleção da espécie).
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
5º Seminário Arquidiocesano da Pastoral da Pessoa com Deficiência
02
de dezembro – 14h
Rua
Benjamin Constant – 23 – 2º andar – Metrô Glória
Convidados:
toda pessoa com alguma deficiência, seus familiares e amigos!
Programação
14:00
– Acolhimento/Crachás
14:15
– Abertura e apresentação dos presentes
14:30
– 1ª reflexão: “Como é bom conviver com os irmãos” (Nice Freitas Seabra de
Mello e Terezinha Lúcia da Silva – membros do Movimento Ecumênico Fraternidade
Cristã da PCD)
15:15
– Testemunhos de vida – Partilha das vivências dos presentes
15:40
– 2ª reflexão: “Desafios de viver diferente nas metrópoles – conversão de
ideias e de atitudes”: Dra. Déborah Prates – advogada (cega), membro da IAB
(Instituto dos Advogados Brasileiros) e autora do livro “Acessibilidade
Atitudinal em 2015”.
16:30
– Discussão dos presentes e propostas concretas
17:00
– Celebração Eucarística – Pe. Vicente Freitas da Silva
18:00
– Ceia de Natal (Lanche partilhado)
19:25
– Despedida e encerramento
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Meu corpo, minhas regras! Será?
Padre
Antônio José Afonso da Costa
Pároco
da Paróquia Nossa Senhora de Fátima Rainha de Todos os Santos
Você deve ter ouvido muitas vezes ao longo
das últimas semanas que “se sou dono do meu corpo, faço com ele o que quiser;
meu corpo, minhas regras!”. Mais ainda, esse “evangelho” da liberdade tem sido
apresentado como algo tão óbvio, tão “natural”, que, se não é capaz de
abraçá-lo imediatamente, há um diagnóstico: você é doente de preconceito!
Mas, pensando bem, qual é a lógica que está
por trás desse tipo de afirmação? Até onde ela pode nos levar? É preciso
colocar um ponto de interrogação nas frases que ouvimos serem ditas de forma
tão contundente, para percebermos um tipo de raciocínio que Bento XVI denunciou
como “ditadura do relativismo”. Afinal, será mesmo que “meu corpo, minhas
regras”?
Em primeiro lugar, é preciso questionar até
que ponto podemos transformar nosso corpo num objeto de uso ou de caprichos,
como se ele não se identificasse conosco. Quando afirmo “meu corpo, minhas
regras”, estou assumindo que minhas ideias, ou melhor, minhas vontades, podem
transformar meu corpo de tal maneira, que ele se torna apenas a expressão de
minha ‘onipotência’. O problema é que meu corpo não é apenas objeto de minhas
escolhas; ele também me impõe limites, me identifica como pessoa, me situa num
tempo e espaço determinados. Ou seja, não sou tanto eu que imponho regras ao
meu corpo, como se ele fosse algo que tenho nas mãos (estranho isso, não?!),
mas é ele que me dá um ponto de partida e me faz lembrar que não sou
onipotente, alguém independente de limites. É interessante que, se usássemos
até o fim a lógica do “meu corpo, minhas regras”, isso nos levaria a absurdos.
Um exemplo? Quando nos machucamos ou sentimos dor, não nos passa pela cabeça
dizer: “meu corpo está doente”. Dizemos simplesmente: “eu estou doente”.
Identificamos a doença ou a dor com algo que coloca limites não simplesmente ao
nosso corpo, como se ele fosse um pedaço de nós, do qual podemos prescindir,
mas a nós por inteiro. Na lógica do onipotente: “meu corpo, minhas regras”, o
mais acertado seria dizer: “meu corpo está doente”. Continuar nesse raciocínio,
contudo, seria mais difícil. Afinal, alguém poderia dizer: “ora, então dê um
jeito nele e pronto!”.
Além disso, é preciso lembrar que o corpo é o
“lugar” onde nos encontramos uns com os outros. Nossa convivência social se dá
justamente através de nossa corporalidade. O direito, que garante a justa
convivência entre as pessoas, se baseia sobre a “materialidade dos fatos”, ou
seja, sobre nossa corporalidade. Isso significa que, para que haja justiça,
deve haver regras comuns a todos, capazes de ser compreendidas e vividas por
todos, a fim de que a convivência em sociedade seja possível. Regras são sempre
algo capaz de ser compartilhado por muitas pessoas. É assim num jogo de
futebol, por exemplo. Se alguém resolve fazer um gol com a mão, não poderá
dizer simplesmente: “minha bola, minhas regras!”. Nesse caso, não temos regras, mas apenas
procedimentos individuais, caprichos ou qualquer outra coisa do gênero. Ora,
sugerir que regras são apenas a expressão da vontade daqueles que as definem é
o primeiro passo numa de duas direções: ou do individualismo absoluto ou do
autoritarismo do legislador, que pode ser, por exemplo, um Estado forte.
Bento XVI certa vez afirmou que vivemos num
tempo em que a Igreja deve ajudar a humanidade não somente a crer, mas também a
pensar. Caso contrário, corremos o risco de inviabilizar a convivência pacífica
entre pessoas e povos em nome de um relativismo exacerbado e eivado de
individualismo. O Papa Francisco, num discurso ao corpo diplomático acreditado
junto à Santa Sé, lembrou que “sem a verdade, não há verdadeira paz. Não pode
haver verdadeira paz, se cada um é a medida de si mesmo, se cada um pode
reivindicar sempre e somente os direitos próprios, sem se importar ao mesmo
tempo do bem dos outros, do bem de todos, a começar da natureza comum a todos
os seres humanos nesta terra”. O problema da lógica do “meu corpo, minhas
regras”, é que ela inviabiliza o diálogo e, para combater um preconceito, gera
uma infinidade de outros. É preciso pensar um pouco mais.
Fonte: Jornal Testemunho de
Fé, pág. 14
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Arquidiocese agora tem pastoral dedicada aos cegos
A Arquidiocese do Rio de Janeiro conta agora
com a Pastoral do Cego, fundada no dia 19 de setembro com missa celebrada pelo
frei César dos Santos. A celebração aconteceu em uma das sedes da Congregação
de Nossa Senhora da Glória (Sodalício da Sacra Família), que acolhe mulheres
cegas.
A nova pastoral completa as quatro áreas da
deficiência que a Pastoral da Pessoa com Deficiência da Arquidiocese do Rio
(Pasped) pretende atender. As outras três já tinham representação dentro da
Pasped, com a Pastoral do Surdo, o Movimento Ecumênico Fraternidade Cristã de
Pessoas com Deficiência, para cadeirantes, muletantes e outros, e o Movimento
Fé e Luz, que acolhe pessoas com deficiência intelectual.
“Ainda não tínhamos atendido as quatro áreas
da deficiência, que são a visual, a física, a intelectual e a surdez. Faltava
um trabalho mais sistemático com relação aos cegos, embora eles já estejam
incluídos em nossos trabalhos. Faltava uma coordenação, um local para que
pudessem se encontrar e algumas ações e atividades específicas voltadas para a
realidade do cego”, explicou o assessor nacional da Pasped e coordenador
arquidiocesano Cesar Bacchim.
Segundo ele, a Campanha da Fraternidade de
2006, cujo tema foi “Fraternidade e Pessoa com Deficiência”, ajudou a despertar
a Igreja para a realidade dessas pessoas e indicou caminhos para novas
possibilidades de atendimento pastoral inclusivo.
Deficiência visual
A deficiência visual é determinada pela perda
total ou parcial da visão, e afeta mais de mais de 6,5 milhões de pessoas em
todo o Brasil, o correspondente a 3,5% da população nacional. Desse número, a
maioria é de pessoas com baixa visão. Desde 1961, o Brasil tem um dia dedicado
a essas pessoas, para se pensar propostas e soluções que facilitem a vida deles
e façam com que tenham acessibilidade: 13 de dezembro. Mas ainda assim eles
enfrentam muitas dificuldades.
“A Igreja é uma Igreja aberta e inclusiva. Mas
não podemos permitir que essa expressão seja vaga. Precisamos de uma Igreja que
de fato inclua, especialmente as pessoas com deficiência. Para o caso dos
cegos, que escutam, temos um projeto de trazer para as pessoas da pastoral a
Bíblia falada, para que possam ouvir a palavra de Deus através do próprio
celular”, contou Bacchim.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Catequese Especial em Nova Friburgo
Aconteceu no dia 7 de outubro o 1º
Congresso Diocesano da Pastoral Familiar em Nova Friburgo, do qual a Catequese
Especial da Arquidiocese do Rio de Janeiro participou, e divulgou este segmento
em mais uma diocese de nosso estado.
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