A paróquia do Vicariato Suburbano comemora 23 anos da Catequese Especial.
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
sexta-feira, 13 de setembro de 2019
Pastoral dos Surdos completa 38 anos
A Pastoral dos Surdos da Arquidiocese do Rio
de Janeiro está completando 38 anos de evangelização. Um grande encontro pelo
aniversário será realizado no sábado, na Igreja da Ordem Terceira de São
Francisco da Penitência, no Largo da Carioca. Uma missa está marcada para às
10h, celebrada pelo padre Reynaldo Thadeu Gonçalves da Costa Segundo, e depois
vai ter uma confraternização.
quarta-feira, 24 de abril de 2019
Papa Francisco telefonou para homem com paralisia cerebral
Na última segunda-feira de Páscoa, o Papa
Francisco telefonou para um morador de Montilla, na província de Córdoba
(Espanha), que sofre de paralisia cerebral.
Em 6 de abril, o Cardeal Beniamino Stella,
Prefeito da Congregação para o Clero, visitou a Diocese de Córdoba por ocasião
da abertura do Ano Jubilar de São João de Ávila. Durante esta visita, um homem
de 47 anos lhe entregou uma carta que havia escrito para o Papa e lhe pediu que
a entregasse ao Pontífice.
Segundo informa a Diocese de Córdoba, a carta
explicava seu desejo de encontrar o Santo Padre, também como vive sua vida
cristã, apesar de ter paralisia cerebral, e "como suas limitações não o
impedem de ser conhecido em sua região como um homem entusiasta e comprometido
com a Igreja Católica”.
Em resposta a esta carta, o Papa Francisco
telefonou para ele na última segunda-feira de Páscoa, às 16h45. A ligação foi
atendida pela mãe. Durante a conversa, o Pontífice lhe assegurou as suas
orações e pediu também que rezasse por ele e pelo seu pontificado.
Embora o rapaz não possa falar por causa da
paralisia cerebral, celebrou com gestos o telefonema e seus familiares
asseguram que espera o momento de “poder ser abraçado pelo Papa”.
Fonte:
https://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-telefonou-para-homem-com-paralisia-cerebral-91555
terça-feira, 2 de abril de 2019
Instituto Mauricio de Sousa lança tirinha inédita e vídeos para comemorar o Dia Mundial do Autismo
O objetivo é mostrar alguns
sinais do Transtorno do Espectro do Autismo em crianças e chamar a atenção para
a importância do diagnóstico precoce.
O Instituto Mauricio de Sousa (IMS) publicou
hoje, 2 de abril, Dia Mundial da Conscientização do Autismo, uma tirinha
inédita com a participação da Turma da Mônica e o personagem autista André,
criado especialmente para falar sobre o assunto.
Dentro das ações relacionadas à data, o
Instituto Mauricio de Sousa também lançará seis animações curtas (30 segundos
cada) sobre o Transtorno do Espectro do Autismo. Os filmes poderão ser
vistos tanto nos canais oficiais do Instituto quanto no YouTube da Mauricio de
Sousa Produções. O objetivo é mostrar alguns sinais do autismo em crianças e a
importância de procurar orientação profissional o quanto antes para fazer o
diagnóstico e iniciar o tratamento, pois quanto mais precocemente se iniciarem
as intervenções, melhores as perspectivas de qualidade de vida para a pessoa.
O autismo ou Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) é caracterizado por alterações no desenvolvimento, causa déficit na comunicação, interação social e comportamento de crianças e adultos, e deve ser tratado por uma equipe multiprofissional de acordo com a necessidade específica de cada indivíduo, lembrando que há um grande espectro do autismo, ou seja, uma grande faixa de variação desses sinais. Entre alguns dos sintomas estão a falta de contato visual; o hábito de repetir frases ou palavras que ouviram de outras pessoas ou mesmo da TV (conhecida como ecolalia), interesse profundo restrito a um ou alguns assuntos específicos (hiperfoco), com os quais os autistas permanecem entretidos durante muito tempo. Em alguns casos, os autistas podem não falar, sendo não verbais.
“Quando criamos o personagem André, que é uma criança dentro do Transtorno do Espectro do Autismo, ouvimos vários especialistas no assunto, além de conhecer crianças dentro do espectro. O TEA não é fácil de ser identificado e por isso o tratamento pode vir tarde. Por isso, é preciso passar para os pais, professores e pessoas próximas a essas criancinhas a informação sobre os cuidados e busca de orientação para ajudá-las a desenvolverem todo seu potencial”, diz Mauricio de Sousa, pai da Turma da Mônica e presidente do Instituto Mauricio de Sousa.
Personagem André
Em 2001, o Instituto Mauricio de Sousa foi convidado por uma representante da Universidade de Harvard para desenvolver um projeto com o objetivo de alertar a população sobre os sintomas do Transtorno do Espectro do Autismo. Após meses de estudos nasceu André, um personagem autista para fazer parte da Turma da Mônica.
Com base nesse personagem, o Instituto Mauricio de Sousa criou a revista em quadrinhos “Um Amiguinho Diferente” e seis vinhetas de desenho animado, que alertam pais, familiares e professores para a importância do diagnóstico precoce e esclarecem o comportamento que deve ser adotado com a criança dentro do espectro do autismo. Já foram distribuídos 60 mil exemplares da publicação. As seis vinhetas informativas com o André acabam de ser atualizadas e serão divulgadas no canal do YouTube da MSP (Mauricio de Sousa Produções).
Recentemente, o Instituto Mauricio de Sousa firmou parceria conosco da Revista Autismo, publicação trimestral de distribuição gratuita, publicando um cartum com o personagem André para esclarecer sobre aspectos do transtorno. A revista pode ser solicitada pelos correios (pagando-se somente o frete), por meio do site www.RevistaAutismo.com.br.
Todas as crianças e adultos devem ser entendidas e acolhidas em sua diversidade. A inclusão das crianças dentro do espectro do autismo na escola, por exemplo, é um direito, e é positiva tanto para quem faz parte do transtorno quanto para as outras crianças, pois todas podem interagir e aprender com as diferenças. A mensagem de respeito às diferenças faz parte de todos os conteúdos com a Turma da Mônica.
sexta-feira, 22 de março de 2019
Papa Francisco recorda Dia Internacional da Síndrome de Down
Neste 21 de março, Dia Internacional da
Síndrome de Down, o Papa Francisco recordou essas pessoas em uma publicação em
sua conta no Twitter e expressou seu desejo de que "desde o ventre
materno, sejam acolhidas, apreciadas e jamais descartadas".
Em 2011, a Assembleia Geral das Nações Unidas
decidiu que o Dia Mundial da Síndrome de Down seja comemorado no dia 21 de
março para gerar uma maior conscientização pública a favor das pessoas que têm
a alteração que triplica o cromossomo número 21.
Além disso, a comemoração é para recordar
"a dignidade inerente, o valor e as contribuições valiosas de pessoas com
deficiência intelectual como promotores do bem-estar e da diversidade de suas
comunidades".
O dia 21 de março foi escolhido como data
para o Dia Internacional da Síndrome de Down, pois esta alteração triplica o
cromossomo número 21.
A ONU indicou que a celebração de 2019 está
centrada no tema: "Ninguém fica pra trás", pois todas as pessoas com
síndrome de Down "devem ter a oportunidade de desfrutar de uma vida plena".
No entanto, a realidade é outra já que, em
alguns países, se houver a detecção ou suspeita durante a gestação de que o
feto tem Síndrome de Down, isso é um motivo suficiente para que a mãe tenha o
direito a abortar, pois está dentro da condição considerada como “malformação
fetal”.
Prova disso é que 100% das crianças
diagnosticadas com esta síndrome na Islândia são abortadas. O mesmo acontece
com 90% dos diagnosticados na Espanha e cerca de 80% nos Estados Unidos.
Esta síndrome foi descoberta pelo pesquisador
John Langdon Down no ano de 1866, embora não soubesse as causas que a
provocavam. Em 1958, o pesquisador Jérôme Lejeune identificou que era uma
alteração cromossômica. Suas principais consequências são as deficiências
cognitivas, embora tenha sido demonstrado que com a estimulação precoce esta
pode ser significativamente reduzida.
Lejeune foi nomeado para o Prêmio Nobel, mas
sua candidatura não foi adiante por causa de sua posição a favor da vida e
contra o aborto de crianças com essa alteração genética. Este
cientista francês foi nomeado pelo Papa João Paulo II membro da Pontifícia
Academia para a Vida do Vaticano.
Jérôme Lejeune faleceu em 1994 e atualmente
está em processo de beatificação.
A
Fundação Jérôme Lejeune é dedicada à pesquisa, formação, cuidado e
conscientização sobre a síndrome de Down e publicou um vídeo por ocasião deste
Dia Internacional no qual afirma que "um diagnóstico não pode ser uma
sentença de morte".
Fonte:
https://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-recorda-dia-internacional-da-sindrome-de-down-38751
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
Iniciativas promovem catequese voltada para pessoas com deficiência em várias partes do Brasil
Nesta segunda-feira, é celebrado o Dia
Internacional das Pessoas com Deficiência. A Igreja tem sido presença marcante
no trabalho voltado a estas pessoas que, no Brasil, são mais de 45 milhões com
algum tipo de deficiência. No âmbito da catequese, há uma atenção especial com
iniciativas de formação e integração com a comunidade, em vista da preparação
para os sacramentos.
Os bispos do Brasil garantem, no Diretório
Nacional de Catequese, que as pessoas com deficiência têm o mesmo direito à
catequese, à vida comunitária e sacramental que o restante da comunidade. As
pistas de ação deste documento da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
(CNBB), bem como as indicações do Documento 107, “Iniciação à vida cristã:
itinerário para formar discípulos missionários”, fundamentam iniciativas
promovidas Brasil afora para uma catequese inclusiva.
Em Cascavel (PR), uma equipe de cerca de 10
pessoas está envolvida em um projeto arquidiocesano de Catequese Inclusiva,
entendida como “o direito de toda pessoa com deficiência na participação da
vida da Igreja e o dever da comunidade eclesial de envolver estes irmãos como
sujeitos no processo de transmissão da fé”, explica Angelita da Cunha, que faz
parte desta equipe de catequese inclusiva arquidiocesana. Ela ressalta o
compromisso coletivo com envolvimento do clero, de catequistas, catequizandos,
familiares e comunidade.
“A partir de uma profunda vivência espiritual
da Palavra de Deus, fruto de sua oração e reflexão pessoal diária, e acrescida
de todo o conhecimento sistematizado, o catequista estará apto a levar a
catequese inclusiva para aqueles que até o momento estiveram ou estão à margem
da catequese. A formação continuada e permanente dará suporte ao catequista,
fortalecendo-o diante dos muitos desafios inerentes ao seu trabalho na sua
paróquia”, comenta Angelita, reforçando o trabalho de formação para os
catequistas em vista da atuação inclusiva.
A ação em Cascavel está em sintonia com a
preocupação do regional Sul 2 da CNBB com a formação dos catequistas que atuam
junto à pessoa com deficiência. Desde 2015 realiza-se, anualmente, um encontro
formativo que conta com a participação de catequistas das mais diversas áreas e
também alguns com deficiência, em sua maioria com deficiência auditiva.
A coordenadora regional da Animação Bíblico
Catequética, Débora Regina Pupo, conta que os encontros no Paraná abordam
temáticas como legislação, psicologia (conhecimento das várias deficiências),
práticas catequéticas, desenvolvimento e partilha de materiais adaptados.
“Em 2017 iniciou-se uma experiência
diferente: incluir um grupo de catequistas da catequese inclusiva na escola do
regional. Esses catequistas foram indicados pelas dioceses para o início de um
trabalho de organização da catequese inclusiva onde a mesma ainda não está
organizada ou precisa ser fortalecida”, explica.
Neste ano, recorda, Débora, os catequistas
pediram ajudam mais específica do regional na formação de catequistas, na
organização da catequese inclusiva nas dioceses e com diretrizes para o
trabalho. “Para 2019, temos previsto um novo encontro com os catequistas para
traçar um plano de ação nos próximos anos”, revela.
Na arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ), há um
serviço de “catequese especial” há cerca de 40 anos. Dentro do processo de
iniciação cristã, é coordenado por Rosali Villa Real e Fátima Lopes Martins.
Elas são responsáveis por 35 núcleos já instalados em paróquias da arquidiocese
e pelo curso de capacitação, que acontece em dois períodos de três meses a cada
ano. A Catequese Especial atende pessoas com deficiência cognitiva, com
síndromes com comprometimento cognitivo e com transtornos mentais. Também está
estruturada a Pastoral para Pessoas com Deficiência (PASPED) com outros
trabalhos de evangelização neste campo. Há ainda uma colaboração da catequese
especial com o Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines).
“A catequese especial existe para preparar os
catequizandos para acompanhar este movimento se for o caso de inclusão”,
explica Rosali. Ela chama atenção para o fato de que há muita gente que acha
que a catequese especial se prepara como um “gueto”, no qual se separa as
crianças e adolescentes com deficiência dos demais, mas não é bem assim. Para a
coordenadora, é possível uma inclusão realmente verdadeira.
Para isso, deve ter uma preparação tanto da
comunidade paroquial – “para receber, enxergar, acreditar, aceitar” – quanto do
catequizando. “Temos caso de pessoas que mudam de banco quando percebem que tem
um ‘especial’ do lado”, lamenta Rosali.
Este é um entre os vários desafios. Rosali
conta que para muitos não é possível acompanhar a metodologia da catequese
regular; em turmas com muitas crianças, sendo duas com algum tipo de
deficiência, o catequista pode ter dificuldades de desempenhar o trabalho de
forma satisfatória. Outro ponto é o “tempo de concentração”, que para as
pessoas com deficiência é muito menor que na catequese regular.
Um dos desafios pode ter se tornado
potencialidade no trabalho de catequese especial no Rio de Janeiro. Neste ano,
o grupo conseguiu incluir na formação dos padres uma intervenção em relação à
catequese especial. “Agora, é feita uma demonstração da catequese especial nos
seminários. Nós temos um grande desafio de mostrar aos nossos sacerdotes a
importância da catequese especial, espaços físicos acessíveis, salas
reservadas”, enumera Rosali.
Iniciativa interessante foi realizada pela
irmã Lúcia Imaculada, das Irmãs de Belém: “Ela dividiu os seminaristas que ela
acompanha em grupos de 10 e fez com que eles visitassem as pastorais e todos os
grupos visitaram a catequese especial, foi muito interessante, muito
proveitoso”, comemora Rosali Vila Real.
Caminhos apontados pelos
bispos
A Igreja reconhece em documentos catequéticos
a necessidade de dar a devida atenção às pessoas com deficiências e fazer
esforços para superar todo tipo de discriminação. Também é lembrada a presença
destas pessoas nas comunidades, onde há os que se sentem chamados a trabalhar
junto àqueles com deficiência, que também estão envolvidas nas atividades da
catequese ou de pastorais.
Já em 2005, quando foi aprovado o Diretório
Nacional de Catequese, os bispos já percebiam o aumento do número de voluntários
neste trabalho inclusivo, além da organização e da presença de organismos e
movimentos representativos. Os bispos, naquela ocasião, buscaram a superação de
ideias preconceituosas e de atitudes que dificultam o protagonismo social e
eclesial. Também apontaram para a importância da família como parte fundamental
na primeira experiência de comunidade das pessoas com deficiência.
“Esta catequese supõe uma preparação
específica dos catequistas, pois cada necessidade diferente exige uma pedagogia
adequada”, afirmaram os bispos reunidos na 43ª Assembleia Geral da CNBB. Uma
indicação foi para contar com o apoio de profissionais, como médicos,
fonoaudiólogos, professores, fisioterapeutas, psicólogos e intérpretes em
língua de sinais “sem que se perca o objetivo da catequese”.
Mais recentemente, com novo impulso a uma
catequese catecumenal, o episcopado brasileiro aprovou o Documento 107 da CNBB,
que também propõe um caminho de acolhida à pessoa com deficiência, por meio da
escuta e da compreensão de sua realidade. O texto orienta que não deve ocorrer
a formação de grupos apenas com pessoas com deficiência, “pois o melhor para
elas e para a comunidades é estarem incluídas nos grupos existentes”.
A comunidade paroquial também deve estar
preparada neste processo, de acordo com o documento da CNBB, considerando
questões referentes “a acessibilidade atitudinal, comunicacional,
arquitetônica, à locomoção, à adaptação do mobiliário” a fim de garantir o
bem-estar de todos, especialmente das pessoas com deficiência.
As indicações dos bispos motivaram a
fonoaudióloga Francielly Guimarães de Oliveira Lippel a se aprofundar na
temática da catequese inclusiva. Com 14 anos de experiência, atendendo pessoas
com deficiência auditiva em suas diversas classificações, a profissional buscou
se especializar em uma pós-graduação em Iniciação a vida cristã, pela . Seu
trabalho na catequese e o Documento 107 da CNBB a incentivara a mostrar um
olhar diferenciado para as pessoas com deficiência. Assim, ela propôs como
título de seu trabalho de conclusão de curso “Catequese inclusiva a serviço da
Iniciação à Vida Cristã: um novo olhar para as pessoas com deficiência
auditiva”.
“É necessário acolhermos todas as pessoas em
suas diversidades e suas deficiências. Para isso é necessário estudo, dedicação
por parte do clero e de toda comunidade que estará à frente deste projeto. É
necessário entender a forma de comunicação, para que se possa anunciar o Cristo
Jesus que a IVC propõe”, comenta.
Francielly é catequista há 20 anos e tem percebido
a necessidade de acolhida: “Em diversas situações as crianças e ou jovens com
algum tipo de deficiência foram a mim destinados. Sempre é necessário encontrar
a forma como se comunicar com essas pessoas para que a evangelização, o
querigma, seja anunciado de forma mística”.
E
este tem sido um dos trabalhos de inúmeros catequistas Brasil afora: encontrar
métodos para o anúncio às pessoas com deficiência.
Em Cascavel, Angelita Cunha aplica atividades
que convidam seus catequizandos a manusear materiais confeccionados por ela e a
interagir com outros catequizandos sem deficiência. “A catequese acontece de
uma maneira tranquila e de fácil compreensão para todos os com deficiência e os
sem deficiência. O segredo é amor e acolhimento, o resto acontece
naturalmente”, conta.
Como frutos, ela partilha a conclusão da
preparação para o Crisma de uma jovem com paralisia cerebral. Outros quatro
catequizandos fizeram a Primeira Eucaristia: dois com TDAH, um com paralisia
cerebral e outro autista.
No Rio de Janeiro, também são vários relatos
e imagens que registram o ápice do trabalho com crianças e jovens que podem
participar dos sacramentos, principalmente a Eucaristia e a Unção do Crisma.
Fonte:
http://www.cnbb.org.br/iniciativas-promovem-catequese-voltada-para-pessoas-com-deficiencia-em-varias-partes-do-brasil/
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
Alunos surdos do INES fazem a sua Primeira Eucaristia
No dia 06 de outubro foi realizada a Missa da
1ª Eucaristia para alunos surdos. Ao longo de meses, as catequistas Karine
Rocha e Paula Tostis preparam as crianças para receberem a Sagrada Eucaristia.
A Missa foi presidida por um sacerdote e pelo
diácono da Paróquia Cristo Redentor do bairro de Laranjeiras. O diácono José
(BA), assistente eclesiástico esteve presente, como tem participado de todo
processo de preparação.
Agradecemos ao cantor da Igreja Bom Jesus da
Penha, voluntariamente contribuiu para que a Celebração fosse mais solene e
participativa.
Louvemos a Deus por esse momento tão bonito.
Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida para os pequenos surdos. Agradecemos aos
pais e familiares pelo apoio e dedicação.
Nossa Senhora do Silêncio, rogai por eles!
Fonte:
http://pasped.org.br/2018/10/10/alunos-surdos-do-ines-fazem-a-sua-primeira-eucaristia/
quarta-feira, 26 de setembro de 2018
INES completa 161 anos nesta quarta-feira, Dia Nacional do Surdo
O Instituto Nacional de Educação de Surdos
(INES) completa 161 anos nesta quarta-feira, dia 26 de setembro, data em
que se comemora também o Dia Nacional do Surdo. A Federação Mundial dos
Surdos celebra o Dia do Surdo internacionalmente no mesmo mês, mas no dia 30.
No Brasil, a data foi criada pela Lei nº 11.796/2008, devido ao aniversário da
fundação do INES, a fim de comemorar as conquistas da comunidade surda
brasileira, promover a reflexão sobre questões de acessibilidade e de garantia
do direito à cidadania, e discutir a construção de políticas públicas voltadas
às necessidades e demandas dessa parcela da população.
Por este motivo, este é o mês em que são
lembradas as lutas e conquistas da comunidade surda com atividades em todo o
país que integram o movimento chamado de "Setembro Azul". Além do
aniversário do INES e dos dias nacional e internacional do surdo, ainda comemora-se
no mesmo mês o Dia Internacional das Línguas de Sinais (11) e o Dia Nacional de
Luta da Pessoa com Deficiência (21).
A cor escolhida é uma homenagem às pessoas
surdas que morreram na Alemanha durante o nazismo, pois eram identificados com
uma faixa azul amarrada ao braço. O azul é usado como afirmação do orgulho
surdo pela língua brasileira de sinais (libras) e por sua cultura, e como
defesa das escolas bilíngues para surdos, também com respaldo na referida
Convenção da ONU, com respaldo da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos
das Pessoas com Deficiência.
Confira
o vídeo exibido em primeira mão durante o XVII Congresso
Internacional e XXIII Seminário Nacional (COINES 2018), na semana passada,
produzido por surdos como Gabriel Isaac, que estiveram presentes no evento:
Fonte:
http://www.ines.gov.br/noticias/617-ines-completa-161-anos-no-dia-26-dia-nacional-do-surdo
quarta-feira, 23 de maio de 2018
Pastoral da Pessoa com Deficiência organiza curso de convivência
Dentre as atividades programadas para o Ano
do Laicato, a Arquidiocese do Rio irá promover, junto à Pastoral da Pessoa com
Deficiência (Pasped), um dia especial destinado a leigos e leigas das 270
paróquias da cidade. Além de celebração eucarística, será realizado um curso
básico de convivência junto a cegos, surdos, cadeirantes, autistas e pessoas
com demais deficiências.
O evento, que irá acontecer dia 2 de junho, na Catedral de São
Sebastião, no Centro, tem a finalidade de conscientizar os leigos que atuam nas
diversas paróquias da arquidiocese em relação à realidade social, familiar e
religiosa vivida por pessoas com deficiência.
“A ideia é que eles tenham a possibilidade de
ter contato com aquelas realidades que são próprias desse universo. Sejam
cegos, mudos, surdos, sejam pessoas que tenham dificuldade de locomoção ou
pessoas que tenham problemas mais ligados à realidade da mente”, afirmou o
vigário episcopal para Caridade Social, cônego Manuel Manangão.
Além de valorizar o serviço feito por leigos
e religiosos dentro das paróquias, o encontro advém da necessidade de
acolhimento e integração dessas pessoas. Ele é uma forma de perceber a Igreja
como um espaço inclusivo e de incentivar aqueles que possuem algum tipo de
deficiência a terem uma participação mais ativa na vida religiosa.
“É uma conscientização primeiro para quem tem
a deficiência perceber que faz parte da vida da Igreja. E ao mesmo tempo para o
resto da Igreja perceber que aquelas pessoas com deficiências têm que ser
necessariamente acolhidas, valorizadas, e que seja feito um trabalho com elas
de recuperação de sua dignidade”, destacou cônego Manangão.
Atividades
Conforme programação, o encontro começa com o
credenciamento e a contribuição de R$ 20
de cada participante. Às 9h será realizada a missa “O Rio Celebra”, com
transmissão da RedeVida de Televisão e da Rádio Catedral, presidida pelo
Cardeal Orani João Tempesta. Depois da missa, seguida de café, haverá abertura
do curso, por volta de 11h, feita pelo bispo auxiliar Dom Joel Portella Amado,
e a introdução dos objetivos do curso com o coordenador arquidiocesano da
Pasped, professor Cesar Bacchim.
Às 11h25 será apresentado o tema: “Os cegos –
ambiente familiar, trabalho, vida pessoal, pastoral do cego e desafios
importantes”. O segundo tema, às 12h15, irá tratar sobre as “Pessoas com
deficiência intelectual: as famílias, a escola, catequese especial, movimento fé
e luz e as superações”. A terceira palestra, às 13h, será sobre “Os surdos – a
comunicação, Libras, a Pastoral do Surdo, trabalho e os desafios”. A última
palestra do curso, às 13h40, abordará o tema: “Os cadeirantes – o movimento
FCD, a acessibilidade nas igrejas e espaços da sociedade, a mídia e a cidade
ideal”.
O encerramento, às 14h05, contará com a
oração do Pai Nosso em Libras. Durante todo o evento haverá intérpretes em
Libras para os surdos, áudiodescrição de textos da missa para os cegos e
banheiros acessíveis aos cadeirantes.
Inscrições
Os párocos receberam uma carta do bispo
animador da Pasped, Dom Joel Portella Amado, pedindo para que eles indiquem uma
ou duas pessoas de sua paróquia para participarem desse dia especial. As
inscrições devem ser encaminhadas para o e-mail
coordenacaopastoral@arquidiocese.org.br até o dia 28 de maio, e nelas devem
estar incluídos o nome completo e o e-mail do participante, a paróquia da qual
ele faz parte e seu respectivo pároco, e o vicariato do qual a paróquia pertence.
Fonte:
http://arqrio.org/noticias/detalhes/6694/pasped-organiza-curso-de-convivencia-junto-a-pessoas-com-deficiencia
terça-feira, 10 de abril de 2018
Pastoral dos Surdos realizará encontro arquidiocesano para jovens
A Pastoral dos Surdos da Arquidiocese do Rio de
Janeiro – e em setembro deste ano completará 32 anos de fundação – promoverá a
segunda edição do Encontro Arquidiocesano do Jovem Surdo, que será realizado na
Basílica Menor Imaculado Coração de Maria, no Méier, no dia 14 de abril, das 8h
às 16h.
Com o tema retirado do Evangelho de São Mateus:
“Vós sois o sal da terra” (Mt 5, 13), jovens entre 15 e 30 anos,
preferencialmente solteiros, refletirão sobre temas voltados para as principais
questões juvenis. Além disso, o encontro contará também com dinâmicas,
palestras, momentos de oração, sento todos eles ministrados por jovens surdos.
De acordo com o coordenador arquidiocesano da
Pastoral da Pessoa com Deficiência, César Bacchim, o objetivo do encontro é
formar novas lideranças. “No ano passado, tivemos a primeira edição do
encontro. A partir disso, um grupo de oito jovens surdos se formou, e eles
assumiram o evento deste ano. É preciso que se formem novas lideranças
especializadas para esse público”, argumentou.
Ele ainda destacou a importância do acolhimento
da Igreja. “Estamos no Ano do Laicato, e vemos que o jovem necessita de
formação e de acolhimento, uma vez que está buscando o sentido para a vida. O
jovem surdo é comum, como qualquer outro não surdo, que vive sua dimensão de
grupo, de amizade. Acreditamos que a Igreja seja um espaço onde esse jovem pode
desenvolver sua afetividade, formação de fé e antropológica e abrir o coração
para os desafios do mundo pós-moderno. Por isso a importância desse acolhimento”,
completou.
Para
participar, os interessados devem fazer inscrição através do telefone
98621-8570, com Leonardo Moreira.
Fonte:
Jornal Testemunho de Fé, página 10
terça-feira, 3 de abril de 2018
Papa Francisco pede orações por pessoas com autismo
O Papa Francisco se uniu ao Dia Mundial da
Conscientização do Autismo, convidando a rezar pelos que sofrem este
transtorno, durante o Regina Coeli deste dia 2 de abril, na Praça de São Pedro
do Vaticano.
Além disso, o Vaticano divulgou uma mensagem
por ocasião deste dia, assinada pelo Prefeito do Dicastério para o Serviço do
Desenvolvimento Humano Integral, Cardeal Peter Turkson, no qual assinala que
“a Igreja, com suas obras, dá testemunho de sua atenção e solicitude para
com as pessoas com autismo”.
“Em nossa comunidade está presente uma
atitude geral de acolhida, mesmo se é difícil alcançar uma inclusão real”,
indica.
Para ele, “é fundamental que nossas
comunidades cristãs sejam casas nas quais todo sofrimento encontre compaixão,
nas quais toda família com o peso da dor e do cansaço possa sentir-se
compreendida e respeitada em sua dignidade”.
Sublinha que “é essencial estar ativamente ao
lado daqueles que são afetados pelos transtornos do espectro do autismo e as
suas famílias, sobre as quais pesa uma quantidade enorme de trabalhos, às vezes
insuportáveis”.
“Todos os membros da família devem ser
levados em consideração, não apenas os pais, mas também outras crianças, cujo
desenvolvimento requer o máximo cuidado e atenção. Quantas vezes elas
experimentam um sentimento de inadequação, ineficácia e frustração!”.
Assim, o Cardeal Turkson propôs “construir
uma aliança sólida entre setores como a saúde e a educação”, de modo a
“garantir a continuidade dos cuidados e da assistência ao longo da vida”.
Fonte:
http://www.acidigital.com/noticias/papa-francisco-pede-oracoes-por-pessoas-com-autismo-93644/
terça-feira, 27 de março de 2018
Curso de capacitação da Catequese Especial do Vicariato Norte
O curso aconteceu na Paróquia Sangue de
Cristo, na Tijuca, em todos os sábados do mês de março, voltado para quem já é
catequista da catequese especial e para quem deseja ingressar nesse segmento.
Ao final, todos ganharam o certificado de
conclusão assinado pelas Coordenadoras Arquidiocesanas Rosali Villa Real e
Maria de Fátima Lopes.
Fotos:
Cíntia Venturi
terça-feira, 20 de fevereiro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Médicos queriam abortar Andrea Bocelli por sua deficiência, revela mãe
A mãe do famoso tenor italiano Andrea Bocelli
revelou em uma entrevista a um canal de televisão que, quando estava grávida,
os médicos recomendaram abortar o seu filho porque ele nasceria com uma doença
congênita, entretanto, ela se recusou.
No programa ‘Domenica In’, transmitido pelo
canal italiano Rai1, Edi Aringhieri, contou: “Cheguei ao hospital por causa de
fortes problemas no meu ventre”.
“Recordo quando (os médicos) me disseram:
Aborta, pois o seu filho será cego. Disseram que ele nasceria com uma doença
congênita que o levaria a perder a visão. Eles me aconselharam a abortar, mas
não abortei”, manifestou.
Ela expressou que “queria contar essa
história para dar força às famílias que enfrentam situações parecidas às que eu
e a minha família vivemos”.
No programa, também apresentaram um vídeo no
qual Andrea conta a história de como a sua mãe foi hospitalizada por “um simples
ataque de apendicite” e que “esta jovem mulher corajosa decidiu não abortar, e
o menino nasceu (...) Posso dizer que esta foi a decisão correta”.
Depois de ouvir o testemunho do seu filho,
Edi Aringhieri disse que, devido a essa história, “não podem imaginar como as
mulheres norte-americanas me adoram”, e brincou dizendo que “isso me torna
muito conhecida”.
Em seguida, ela explicou que “Andrea nasceu
com glaucoma”, uma doença que chega a provocar a perda progressiva da visão.
Quando era criança, “todos me diziam que crescia o seu bulbo ocular. Eu lembro
que ele não conseguia suportar a luz do sol e tinha muitas dores de cabeça”,
contou.
A mãe do tenor comentou que, em um hospital
de Turim, o seu filho “conheceu um homem russo que era um grande amante da
música sinfônica, que escutava todos os dias durante sua recuperação”.
“Foi quando Andrea percebeu que estava
encantado por esse gênero musical, chegava a esquecer que estava em uma
clínica. Ele já não lembrava que estava em um tratamento, estava fascinado pela
música”, destacou.
Andrea Bocelli perdeu completamente a sua
visão aos 12 anos, depois de receber um golpe na cabeça durante um jogo de
futebol.
Em uma entrevista ao jornal ‘Il Foglio’, o
tenor afirmou: “Com as minhas convicções pessoais, de católico fervoroso, não
só luto contra algo, luto por algo e sou a favor da vida”.
Sendo um cantor famoso no mundo inteiro,
Bocelli também realizou concertos em locais e eventos católicos, como no templo
expiatório da Sagrada Família na Espanha, no Santuário Nacional de Aparecida no
Brasil, no Vaticano e também durante o Encontro Mundial das Famílias nos
Estados Unidos em 2015.
Fonte:
http://www.acidigital.com/noticias/medicos-queriam-abortar-andrea-bocelli-por-sua-deficiencia-revela-mae-18489/
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Encerramento do Curso para Catequistas da Catequese Especial
Neste domingo, 26/11, aconteceu o
encerramento do curso de formação para catequistas da Catequese Especial na
Paróquia São Sebastião em Vargem Grande, Vicariato Jacarepaguá.
Estiveram presentes 21 catequistas de
diversos vicariatos, inclusive catequistas das paróquias Nossa Senhora da
Conceição e Santo Antônio (Guandu do Sena, Campo Grande) e Nossa Senhora
Aparecida (Mendanha, Campo Grande) ambas do Vicariato Santa Cruz.
O curso foi realizado em todos os domingos do
mês de novembro, das 8h30 às 13h e após a conclusão, os catequistas ganharam o certificado.
Rosali Villa Real e
Fátima Martins – Coordenadoras Arquidiocesanas da Catequese Especial
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terça-feira, 7 de novembro de 2017
Mãe do Silêncio abençoa a Pastoral do Surdo
Basílica do Imaculado Coração de Maria no
Méier recebeu na última sexta-feira a imagem da Mãe do Silêncio, Nossa Senhora
dos Surdos.
Ela foi abençoada na missa de sábado e com
muita alegria acolhida pela Pastoral do Surdo que há 21 anos celebra a
inclusão.
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Catequese Especial no Seminário São José
A coordenação arquidiocesana da Catequese
Especial, apresentou este importante trabalho evangelizador para os alunos do
8º período do Instituto Superior de Teologia de nossa Arquidiocese.
Os futuros sacerdotes puderam conhecer a
metodologia, o programa e os recursos utilizados neste segmento da Iniciação
Cristã.
A aula de Catequética enriqueceu-se com a
experiência e o entusiasmo das catequistas Rosali e Maria de Fátima. A troca de
experiências foi muito enriquecedora para todos.
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