segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Quem é o nascituro?




Nascituro não é uma palavra usualmente utilizada. Trata-se, segundo os dicionários, dos seres concebidos, mas ainda não dados à luz. 

A CNBB propõe para a sociedade brasileira o Dia do Nascituro, aos 8 de outubro, e a Semana de Defesa e Promoção da Vida. Entendo que com esta iniciativa pretende que todos nós reflitamos sobre a vida humana, o momento do seu início, seu significado e sua dignidade. 

Infelizmente existem pessoas interessadas em rebaixar o valor da vida humana, ou mesmo questionar a sua existência, principalmente nos primeiros momentos da gestação. Pretende-se induzir ao erro a sociedade brasileira de forma que até as pessoas de boa fé, católicos e não católicos, passem a acreditar que a vida humana – na forma de embrião humano ou feto humano, por exemplo -, sejam apenas “coisas” que podemos manipular na dependência de interesses particulares. 

Dentre tantos aspectos que envolvem o nascituro, parece-me importante destacar um: quando é que começa uma nova vida humana.  

segunda-feira, 30 de julho de 2012

The Little Boy




(Helen E. Bucklay) 


Era uma vez um menininho que contrastava com a escola bastante grande. Uma manhã a professora disse que os alunos iriam fazer um desenho. 

- Que bom! - Ele gostava de fazer desenhos. 

Ele pegou sua caixa de lápis de cor e começou a desenhar. Mas a professora disse para esperar, que ainda não era hora de começar. E ela esperou até que todos estivessem prontos. 

- Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores. 
- Que bom! - pensou o menininho. Ele gostava de desenhar flores e começou a desenhar flores com lápis rosa, azul e laranja. Mas a professora disse que ia mostrar como fazer. 

E a flor era vermelha com caule verde. 
- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar. 

O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso. Ele virou o papel e desenhou uma flor igual à da professora. 

Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse que os alunos iriam fazer alguma coisa com o barro. 

- Que bom! - pensou. Ele gostava de trabalhar com barro. 

Ele pensou que podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões. Começou a juntar e amassar a sua bola de barro. Mas a professora disse para esperar. 

E ela esperou até que todos estivessem prontos. 

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Obrigado Dom Eugênio!




“Não te esqueças do amigo em teu coração, não percas a sua lembrança em meio às riquezas” (Eclo37,6).

Catequizandos e catequistas da Catequese Especial,
Temos um amigo muito especial, intercedendo por nós, lá no céu: Cardeal  Dom Eugenio de Araújo Sales.

Graças a este homem de Deus que apoiou, integralmente, o pedido do Sacerdote e Psicólogo Pe. José Marques da Rocha, CSsR, para desenvolver um projeto catequético direcionado a pessoas com deficiência cognitiva, na Paróquia de Santo Afonso, foi possível  dar a estes uma educação na fé, o direito de conhecerem Jesus e participarem das celebração dos Sacramentos da Eucaristia e da Crisma.

Este gesto de amor, carinho e respeito à diversidade humana e, de confiança ao trabalho do Sacerdote que o ajudava na missão de levar o Reino de Deus a todas as criaturas, deu frutos gratificantes.

Desde 1976 estamos inseridos no Plano Pastoral de Arquidiocese do Rio de Janeiro, atualmente, no Diretório Arquidiocesano da Iniciação Cristã como membros desta caminhada da Iniciação Cristã levando esta modalidade às Paróquias do Rio de Janeiro.

Quantos jovens, quantos pais tiveram e têm a felicidade de terem seus filhos deficientes participando das celebrações eucarísticas nestes 37 anos de obediência ao mandato de Jesus “Ide por todo mundo e evangelizai todas as criaturas.”(Mc16,15)

Obrigado D.Eugenio, obrigado Bom Pastor, obrigado pelas ovelhas levadas a conhecer o amor incondicional do Pai porque o senhor, como bom discípulo, acreditou na capacidade daqueles que são os preferidos do Pai,

A Catequese Especial 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Síndromes - conhecer, planejar e incluir



Este livro, ao trazer para o debate síndromes e possibilidades de inclusão, quer contribuir para que os sujeitos tão marginalizados e excluídos que apresentam alguma síndrome com características, às vezes, tão peculiares, sejam vistos como pessoas produtoras de cultura, com histórias muito próprias, como seres que têm direito a uma educação de qualidade. 


Temos vivenciado neste início de século uma escola que tem se aberto para a diversidade de sujeitos e tem assumido uma postura que chamamos inclusiva. A escola inclusiva direciona-se para um ensino que, além de reforçar os mecanismos de interação solidária e os procedimentos cooperativos, auxilia o ser humano a se ver e a se perceber como parte de um todo que independe de suas características físicas.

Nesse sentido, a proposição de ações pedagógicas com vistas à inclusão total do aluno com algum tipo de comprometimento físico, mental ou sensorial causado por alguma síndrome específica pressupõe dois caminhos que consideramos necessários: a) o conhecimento das características e peculiaridades desses sujeitos; e b) o pensar sobre práticas pedagógicas que levem esses sujeitos a se apropriarem dos conhecimentos socialmente construídos.

Assim, pensando em uma escola que se reinventa e se reinterpreta a cada ano, semestre, dia, que não fica parada no espaço-tempo da ilusão de que todos os seus sujeitos aprendem da mesma forma e, ao mesmo tempo, de que todos têm capacidades iguais, este livro apresenta algumas das principais síndromes que se fazem presentes nas escolas comuns e discutepossibilidades de se aprimorar o processo de escolarização de crianças com essas síndromes, no sentido de contribuir para que a prática docente e pedagógica da e scola passe a ver nesses sujeitos as múltiplas possibilidades de aprendizagem para além de suas peculiaridades.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Estudantes com necessidades especiais




Título: ESTUDANTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS
ORGANIZADOR: SÍLVIA ESTER ORRÚ

A obra apresenta um olhar crítico sobre as novas feições que vêm adquirindo nos últimos anos os programas e processos de educação especial e são recorrentes em anunciar a necessidade de se ampliar as ações de formação dos educadores no saber especializado que atenda à diversidade de estudantes, consonante com os novos modelos de atendimento educacional, marcados pela ideologia e proposta de uma escola inclusiva, possibilitando a ampliação do acesso de estudantes considerados com necessidades especiais às escolas comuns.

Traz para o leitor uma ótima abrangência de quem são os estudantes cuja singularidade a educação especial tem seus objetos de práticas e pesquisa, abordando aspectos relevantes para a educação e pesquisa. A motivação maior é a expectativa de que o conhecimento aqui presente possa contribuir para elevar o nível dos programas de ensino nas escolas includentes.

Literatura orientada para professores da educação básica e do ensino superior, além de estudantes de graduação e pós-graduação na área da Educação e áreas afins. 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Estratégias lúdicas para o ensino da criança com deficiência




A inclusão em educação tem sido alvo de grandes reflexões e debates nos dias atuais. Há grandes divergências quanto à forma de inclusão e até mesmo, se ela deve ou não acontecer, mas o fato é que muitas crianças, com as mais variadas deficiências, estão ingressando nas escolas e muitos professores, angustiados, sem saber como planejar suas aulas.

Este livro conta a experiência de mais de 10 anos da autora na educação de crianças com deficiência, porém as sugestões e os relatos aqui expostos não têm por objetivo trazer uma receita de como elaborar propostas pedagógicas para estes alunos, mas sim mostrar algumas das experiências vivenciadas em educação especial, que poderão servir de apoio a outros professores e demais profissionais.

A intenção é que possa servir de apoio ao trabalho de sala comum ou de recursos, pois, apesar de terem sido desenvolvidas em salas especiais, proporcionam reflexões e uma variedade de ideias para se trabalhar com a diversidade, inclusive com a deficiência múltipla.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

O tenor Saulo Laucas estará se apresentando no Simpósio sobre Autismo



Saulo nasceu cego e aos três anos foi diagnosticado autista.
Fez o curso fundamental de maneira específica. Por ter uma memória privilegiada, sempre guardou os conteúdos escolares com facilidade.
Em 2008, fez exame para o curso intermediário de canto da Escola Nacional de Música (UFRJ) tendo passado em primeiro lugar geral. Encerrou o curso com brilhantismo sendo comparado com os bons alunos do bacharelado. 
Prestou vestibular e hoje é aluno matriculado no bacharelado, totalmente integrado ao curso de canto da UFRJ. 
Já cantou na Sala Cecília Meirelles, em várias igrejas do Rio de Janeiro nos projetos do Viva Música. Esteve representando os autistas várias vezes em Brasília, no Senado Federal, além de participar de eventos de projetos de lei em diversas cidades e estados do Brasil. 
Saulo hoje é um ícone do Projeto dos Autistas.

A Wak Editora em comemoração aos seus 13 anos está realizando alguns eventos para aproximar autores e leitores.
Neste primeiro evento, o tema escolhido foi - Autismo. Com profissionais da área e depoimento de pais. Um evento para pais e professores.
Aproveite, as vagas são limitadas!
Certificado de oito horas.

SIMPÓSIO SOBRE AUTISMO
Práticas educativas na escola e na família

8h00 – cadastramento
9h00 – Palestra – Adriana Rocha Brito - RJ
Tema: Diagnóstico
10h15 – pausa para o café
10h30 – Palestra – Vilmara Mendes Gonring – ES
Tema: A criança com Síndrome de Asperger na escola comum: um olhar inclusivo.
11h30 – Ulisses da Costa Batista
Tema: Autismo no Brasil – um grande desafio
12h00 – almoço
13h30 – depoimentos
14h15 – Palestra – Eugenio Cunha – RJ
Tema: Práticas pedagógicas para a inclusão de alunos com autismo
16h00 – pausa  para  o café
16h20 – Palestra –Sílvia Ester Orrú – DF
Tema: Autismo: singularidades no processo educacional na perspectiva inclusiva.
17h30 – encerramento

Realização: Wak Projetos Culturais
Dia 4 de agosto de 2012
Local: colégio Pedro II da Tijuca
Rua São Francisco Xavier 204 – Tijuca – Rio de Janeiro
(próximo ao metro São Francisco Xavier)
Valor: R$ 100,00

Inscrição: www.wakeditora.com.br
Informações: (21) 3208-6113 / 3208-6095

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Os Diferentes



Diferente não é quem o pretende ser. 

Diferente é quem foi dotado de alguns ‘mais” e de alguns “menos” em hora, momento e lugar errado, para os outros, que riem de inveja de não ser sempre mais próximo da perfeição. 

O diferente nunca é chato, mas é sempre confundido com ele por pessoas menos sensíveis e avisadas. 

Um diferente medroso, este sim acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou. 

Os diferentes muito inteligentes entendem, porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porquê de que agride. 

O diferente começa a sofrer cedo. Desde o 1º grau, onde todos os demais de mãos dadas, se unem para transformar o que é peculiaridade de potencial, em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em: “ – Poxa, fulano, como você é complicado”. O que é o embrião de um estilo próprio em: “ – você não está vendo como todo mundo faz?”. Tudo isto, muitas vezes, acontece com ajuda da omissão de alguns professores. 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Eles aprendem?




Toda vez que comemoramos Pentecostes me vem em mente a pergunta que muitos fazem a nós que nos dedicamos à Catequese Especial (com pessoas com deficiência mental): “Elas aprendem?”.

No entender de muitos, eles nunca irão aprender.

Mas como descreve o texto do Ato dos Apóstolos, o povo começa a falar do que ocorrerá no dia de Pentecostes: “todos entenderam em sua própria língua”. A vinda do Espírito Santo instaura uma comunicação universal a partir da capacidade e entendimento de cada um. O Espírito quebra barreiras até então intransponíveis e dá a cada um, a capacidade de entender o que é dito, em sua própria língua.

Nossos catequizandos chegam como que numa verdadeira “Babel”. Mas não são as técnicas psicopedagógicas (que não podem ser desprezadas), que vão permitir que “cada um entenda em sua própria língua”, mas a espiritualidade do catequista colocando-se um instrumento do Espírito Santo.

Chegamos ao verdadeiro Pentecostes quando ouvimos o que nos narrou a mãe de um catequizando: Mãe e filho foram a Nova Iorque. Ao entrar com seu filho, portador da Síndrome de Down, numa igreja para fazerem uma oração, o rapaz permaneceu muito tempo ajoelhado diante do altar. Ao ser chamado pela mãe para irem embora, ele respondeu: “Mãe deixa-me conversar mais um pouquinho com quem me entende nesta terra...”

O Espírito quebra barreiras para que haja entendimento total.

Maria Luci Gameleira Curi


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Igreja se empenha na integração de deficientes visuais




Segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2000, cerca de 16,6 milhões de brasileiros têm algum grau de deficiência visual e quase 150 mil se declararam cegos. 

Diante dessa realidade, a Igreja Católica tem se mostrado próxima a essas pessoas promovendo sua inclusão nas comunidades e desenvolvendo projetos para a melhora na qualidade de vida delas.

O Instituto Padre Chico, por exemplo, acompanha crianças de seis meses até nove anos. Além do ensino do método braile, as crianças têm toda formação geral dos primeiros anos escolares. Existem ainda programas de integração e mobilidade, visando a independência do deficiente visual e a orientação profissional que explore as aptidões de cada pessoa.

No campo da evangelização, há uma Catequese para as crianças católicas, mas que também é aberta a todos, explica o Bispo de Limeira e Referencial da Catequese no Regional Sul 1 da CNBB, Dom Vilson Oliveira.

— A Igreja busca oferecer uma catequese apropriada em seu conteúdo e recursos, sem reduzi-la ou simplificá-la. Procuramos fazer essa integração do deficiente visual nas comunidades para que ele seja membro participante e atuante, dando seu contributo para sua comunidade de fé, salientou o bispo.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Aconteceu: Jornada da Catequese Especial



No dia 11 de março, aconteceu no auditório da Paróquia Divino Espírito Santo e São João Batista a Jornada da Catequese Especial, cujo objetivo principal foi à apresentação do Projeto Meu Amigo Jesus.

O evento que foi conduzido pelas assessoras arquidiocesanas da catequese especial, Miriam Cataldo e Rosali Barros, iniciou com a oração de Pe. Cláudio dos Santos, Vigário Episcopal Norte. Na sequência tivemos a presença ilustríssima do Pe. José Marques, diretor espiritual e fundador da catequese especial, que palestrou desde a implantação da catequese especial até o projeto Meu amigo Jesus, que tem como objetivo a atualização dos materiais didáticos das três etapas do pré-catecumenato especial.  

Também esteve presente na jornada catequética, Irmã Lúcia Imaculada que complementou o encontro refletindo sobre a importância da fundação da catequese especial.

Por fim as catequistas do pré-catecumenato especial da Paróquia Santo Afonso, que receberam o material didático em caráter experimental, esboçaram sua experiência e os seminaristas presentes fizeram a oração final.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Conheça a Catequese Especial




"Não é tarefa fácil penetrar o mundo interior da criança, do adolescente ou do jovem com deficiência ou atraso no desenvolvimento mental. Só se consegue com muito amor!
  Quando se trata de levar-lhes o fato novo do Evangelho,  de conduzi-los à descoberta e ao encontro pessoal com Cristo e com o mistério e sua graça redentora, com sua presença viva pelo dom do Espírito e por sua ação real e misteriosa na comunhão em seu Corpo Místico, algo mais é preciso.
   Deve haver oração, pois somente a graça pode tocar o coração destes catequizandos especiais. Deve haver, também, o testemunho e sobretudo, a experiência viva da amizade pura, da transparência para o catequizando especial da bondade de Cristo na pessoa do catequista." 
 In  Apresentação da adaptação de Senhor, eu Te Adoro! Dom José Carlos de Lima Vaz . Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, 02/02/1991

Catequistas,
Não é fácil, mas também não é impossível!
Conheça esta modalidade catequética – a Catequese Especial. Não desanime, não tenha medo!
Procure em seu vicariato  a coordenação ou na coordenação arquidiocesana, pelo telefone: 2292-3132, ramais 442 e 445  e você será bem informado.

É preciso que a Paróquia tenha catequistas que fizeram o curso promovido pela comissão arquidiocesana. Se não tem, faça-o... Abra um núcleo em sua Paróquia  e avise-nos!
  Comissão de Iniciação Cristã - Catequese Especial

segunda-feira, 5 de março de 2012

Jornada da Catequese Especial




No próximo dia 10 de março, às 8h30min, no auditório da Paróquia do Divino Espírito Santo (Rua Felipe Camarão nº12, Largo do Maracanã) nos encontraremos para mais uma Jornada da Catequese Especial.

Vocês pediram e nós tentamos atendê-los: vamos conversar sobre o Projeto “Meu Amigo Jesus”, que compõem-se dos 3 livros básicos de catequese para os especiais.

Apresentaremos também, o livro de encontros da 1ª etapa, mas lembre-se: é um projeto, a palavra final será dos catequistas que trabalham com especiais, principalmente os que este ano terão 1ª etapa.

Programação:
8h30 - Chegada
9h00 - Oração
9h15 - Considerações sobre o Projeto (Pe Marques)
10h00 - Intervalo
10h15 - Experiência das catequistas da Paróquia Santo Afonso
11h00 - Debate e considerações finais

Esperamos por vocês! Até sábado...
Comissão de Catequese Especial

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Coisas que aprendi com você





Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você pegar o primeiro desenho que fiz e prendê-lo na geladeira, e, imediatamente, eu tive vontade de fazer outro para você. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando comida a um gato de rua, e eu aprendi que é legal tratar bem os animais. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazer meu bolo favorito para mim e eu aprendi que as coisas pequenas podem ser as mais especiais na nossa vida. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, ouvi você fazendo uma oração, e eu aprendi que existe um Deus com quem eu posso sempre falar e em Quem eu posso sempre confiar. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazendo comida e levando para uma amiga que estava doente, e eu aprendi que todos nós temos que ajudar e tomar conta uns dos outros. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando seu tempo e seu dinheiro para ajudar as pessoas mais necessitadas e eu aprendi que aqueles que têm alguma coisa devem ajudar quem nada tem. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu senti você me dando um beijo de boa noite e me senti amado e seguro. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você tomando conta da nossa casa e de todos nós, e eu aprendi que nós temos que cuidar com carinho daquilo que temos e das pessoas que gostamos. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi como você cumpria com todas as suas responsabilidades, mesmo quando não estava se sentindo bem, e eu aprendi que tinha que ser responsável quando eu crescesse. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi lágrimas nos seus olhos, e eu aprendi que, às vezes, acontecem coisas que nos machucam, mas que não tem nenhum problema a gente chorar. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi que você estava preocupada e eu quis fazer o melhor de mim para ser o que quisesse. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, foi quando eu aprendi a maior parte das lições de vida que eu precisava para ser uma pessoa boa e produtiva quando eu crescesse. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu olhava para você e queria te dizer: "Obrigado por todas as coisas que eu vi e aprendi quando você pensava que eu não estava olhando!" 

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Testemunhas da Luz


Por conseguinte, preparemo-nos para o Natal com humildade e simplicidade, dispondo-nos a receber o dom da luz, da alegria e da paz, que se irradiam deste mistério. Acolhamos o Natal de Cristo como um acontecimento capaz de renovar hoje a nossa existência. O encontro com o Menino Jesus faça de nós pessoas que não pensam unicamente em si mesmas, mas que se abram às expectativas e às necessidades dos irmãos. Desta maneira, tornar-nos-emos também testemunhas da luz que o Natal irradia sobre a humanidade. Peçamos a Maria Santíssima, tabernáculo do Verbo encarnado, e a São José, silenciosa testemunha dos acontecimentos da salvação, que nos transmitam os sentimentos que eles nutriam enquanto esperavam o nascimento de Jesus, de modo que possamos nos preparar para celebrar santamente o próximo Natal, no júbilo da fé e animados pelo compromisso de uma conversão sincera.
(Papa Bento XVI)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Verdadeiros Guerreiros da Inclusão



Um grupo de pessoas engajadas na luta pela inserção social e pelo cumprimento de seus direitos. Esses verdadeiros guerreiros da inclusão compõem a Pastoral da Pessoa com Deficiência, que na última quarta-feira, 7 de dezembro, realizou o II Seminário de Inclusão Social, na Sede da Arquidiocese do Rio de Janeiro, que contou com a presença do Bispo Auxiliar, Dom Antônio Augusto.


Através do tema “Teologia da Inclusão, Desafios e Caminhos Possíveis”, o encontro buscou debater sobre os avanços, as conquistas e os desafios da pessoa com deficiência. As quatro áreas da Arquidiocese que lidam com deficiências também participaram: Movimento Fraternidade Cristã de Deficientes, Pastoral da Pessoa com Deficiência, Pastoral dos Surdos e representantes do Fórum Permanente.


Diante da época de acolhimento representada pelo advento, Dom Antonio ressaltou a importância de acolher as pessoas com deficiência no âmbito da Igreja. Segundo ele, é preciso dar condições concretas de acessibilidade aos deficientes, mas principalmente um acolhimento espiritual:

“Quem vos recebe, a mim me recebe” (Mt, 10,40). Esse é o acolhimento que deve estar na parte mais profunda da espiritualidade das pessoas. Aqueles que possuem alguma deficiência, também os idosos, merecem um acolhimento muito maior, que é esse acolhimento da caridade, da atenção. Esse é o grande trabalho da Igreja, afirmou.


Dom Antonio incentivou os presentes a não desistirem diante das dificuldades e a acreditarem na Palavra de Deus:

”Às vezes as limitações nos colocam em uma esfera muito pequena, nos diminuem, mas nós estamos abertos à Palavra de Deus. (...) O pastor, e daí vem a palavra Pastoral, só exerce bem o seu pastoreio se ele souber também ser ovelha. E assim como Jesus conheceu as suas ovelhas, nós devemos conhecer bem as pessoas, viver em comunhão e nos aproximar das necessidades das pessoas.”


A palestra que se seguiu foi ministrada pelo jesuíta e membro do Fórum da Pessoa com Deficiência, Padre Geraldo Nascimento, da diocese de São Paulo. Ele abordou a igualdade dos deficientes na sociedade à luz da Teologia da Inclusão. Todo o conteúdo exposto na palestra foi traduzido em libras.


”Jesus não faz distinção entre as pessoas. Se eu penso que a deficiência é uma dificuldade, então eu não entendo a Pastoral da Pessoa com Deficiência. Não podemos olhar para a pessoa com deficiência com pena. Precisamos assimilar com o coração. Deus não olha as aparências”, ponderou Padre Geraldo, que também motivou os participantes e afirmou que o movimento das pessoas com deficiência já conseguiu muitas conquistas:
”Temos os direitos internacionais da pessoa com deficiência, o ano internacional da pessoa com deficiência e rampas de acesso na cidade. Mas esse é só o começo. Não podemos ser os últimos”.

Após a palestra, os presentes se reuniram em grupos para debater e trocar experiências. A coordenadora do Ministério do Acolhimento da Igreja São Paulo Apóstolo, Michelle Neves, afirmou que em sua Paróquia há um grande número de cadeirantes.

“Sempre que posso participo das reuniões da Pastoral da Pessoa com Deficiência. Na minha Paróquia temos um grande número de cadeirantes e estamos criando propostas para melhor atendê-los. Queremos visualizá-los”, afirmou.


Membro da Pastoral dos Surdos, Irmã Mercedes também deu o seu testemunho, que foi traduzido por uma intérprete:

“Antes, a Igreja tinha uma imagem muito fechada. Hoje, ela está mudando”, disse.

Agradecimento à Deus pela Pastoral

Após a palestra houve uma celebração, presidida pelo Assessor Eclesiástico da Pastoral da Pessoa com Deficiência, Padre Jayme Oliveira e concelebrada pelo Padre Geraldo Nascimento. A celebração foi inteiramente traduzida em libras e a homilia, em especial, foi traduzida pelo próprio Padre Jayme.

”Hoje é um dia de muita alegria, pois vemos que a Pastoral caminha. Esse é o caminho da Pastoral. Caminhar pouco a pouco e se tornar conhecida para que todos que se encontrarem com ela se sintam felizes”, afirmou.


Padre Jayme ressaltou ainda que a Pastoral da Pessoa com Deficiência deve ser um lugar para agregar a todos e agradeceu a Deus pelos trabalhos realizados esse ano pela Pastoral.


”A Pastoral deve se tornar um local de alivio, de descanso. Hoje, encontramos muito preconceito, dor e principalmente muitos problemas que nos afastam. Queremos sorrir, dar bom dia, chorar de saudade e não de tristeza. Deus é simples. Hoje, agradecemos a Deus pela Pastoral que Ele nos entregou. A festa do coração é a festa do coração de Deus”, pregou.


Pastoral da Pessoa com Deficiência

Os trabalhos visando a pessoa com deficiência começaram com a Campanha da Fraternidade de 2006, que abordou o tema “Fraternidade e Pessoa com Deficiência”. Segundo a membro do grupo gestor da Pastoral, Sheila Melo, diante do envolvimento de tantas pessoas, a atuação não parou por ai:


”Sentimos a necessidade de continuarmos trabalhando o tema, assim como as questões da pessoa com deficiência”, explicou Sheila.


A partir daí foi criado o Fórum Permanente da Pessoa com Deficiência, como um espaço para discutir os direitos dos cidadãos, as políticas públicas e partilhar experiências em todas as deficiências. Com o fortalecimento dos trabalhos do fórum nasceu a Pastoral da Pessoa com Deficiência. Há um ano atrás, em outubro de 2010, a Pastoral ganhou uma sala fixa na Sede da Arquidiocese do Rio de Janeiro, localizada no 3º andar do Edifício João Paulo II.


”Antes, a Igreja tinha trabalhos pontuais com os deficientes, como a Pastoral dos Surdos e a Catequese Especial. A Pastoral da Pessoa com Deficiência vem agregar essas deficiências e outras também. Hoje completamos um ano de fundação. Ainda sentimos que é um trabalho inicial, mas Graças a Deus sentimos a Igreja muito mais próxima e envolvida com essas questões”, pontuou Sheila.


As reuniões da Pastoral são mensais, nas primeiras quartas-feiras. O telefone para contato é o 2292-3132 – Ramal 250.

Fonte: Portal da Arquidiocese

Confraternização da Pastoral dos Surdos

A Pastoral dos Surdos realizará a confraternização das comunidades de surdos da arquidiocese, neste domingo, dia 11 de dezembro, na Comunidade Bom Jesus da Penha, a partir das 14h. A missa será presidida pelo assessor espiritual da pastoral, padre Jayme de oliveira, às 16h.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Indicação de leitura


Capazes e Crer e Amar
S. Paulo, Paulus, 2003, 31 p.

WARGAS, Sandra de Carvalho e SILVA, Maria Carolina Marques

Uma advogada e uma química escreveram um pequeno manual para catequistas que se ocupam com deficientes mentais. O objetivo é preparar os deficientes para os sacramentos da iniciação cristã, a fim de que saibam quanto Deus os ama.

A 1ª parte trata dos aspectos sociais do deficiente, seus direitos, da legislação brasileira e do quadro de discriminação.

A 2ª parte traz o foco para a Igreja: a necessidade de uma catequese especial, o perfil do catequista e o acesso à vida sacramental.

As autoras trabalham na Paróquia de Santo Afonso, no Rio de Janeiro.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Rótulo não!


Rótulo é bom para bebidas, alimentos, coisas. Ele permite identificar e saber o que se está comprando. Mas para pessoas não.

Cada ser humano é único. Isto é fácil de perceber, mas difícil de aceitar.

Não se podem formar esteriótipos com relação ao deficiente mental (DM). Como qualquer pessoa, eles têm deficiências mas também eficiências. E são estas eficiências que não sabemos perceber, que devemos detectar e desenvolvê-las ao máximo.

Os fins da educação são os mesmos para qualquer pessoa. É necessário que se proporcione ao DM as mesmas oportunidades e o mesmo tempo que aos demais.

A antiga ideia que deveriam ser trabalhados, preponderantemente, através de meios visuais não é mais aceita. Isto não significa que devemos abandonar tais meios, mas não nos limitarmos tão somente a eles. Provou-se que excluindo tudo à respeito do pensamento abstrato, não só prejudica uma incapacidade natural, mas na realidade, consolida tal incapacidade.

Já sabemos que o cérebro é um sistema aberto, de grande plasticidade, e como tal, pode servir a novas funções. A aprendizagem é contínua e provocadora de desenvolvimento. Não podemos esperar o "amadurecimento" para oferecer o conhecimento.

O Papa João Paulo II em sua Exortação Apostólica, referindo-se ao DM, disse que ele tem o direito de conhecer, como todo batizado o mistério da fé, tendo assim um lugar no banquete do Senhor.
Maria Luci Gameleira Curi

terça-feira, 14 de junho de 2011

JORNADA DA CATEQUESE ESPECIAL


ATENÇÃO, TODOS OS CATEQUISTAS DA CATEQUESE ESPECIAL ,

participem da:

JORNADA DA CATEQUESE ESPECIAL
sáb 25 jun
08h-12h30
Paróquia Divino Espírito Santo
Rua Felipe Camarão, 12, Maracanã

(em frente à UERJ)

Não é necessária prévia inscrição e o lanche será partilhado, OK?!
Até lá!

terça-feira, 26 de abril de 2011

V Seminário Nacional de Catequese junto à pessoa com deficiência


Centro de Formação Santa Fé – São Paulo
25 a 27 de março de 2011
Tema: A Igreja e a pessoa com deficiência
Lema: “Levanta-te e anda.” (At 3,6 )


Seminário elaborado por um grupo de trabalho capacitado e coordenado pela Comissão Episcopal Pastoral para animação Bíblico-Catequética da CNBB. A Arquidiocese do Rio de Janeiro, participou com 9 representantes. Pela Catequese Especial estiveram presentes as assessoras arquidiocesanas, Myriam Cataldo e Rosali Vila Real da Costa Barros. A programação constou das seguintes mensagens:

1. Apresentação da caminhada da catequese junto à pessoa com deficiência a partir dos Seminários já realizados (1998-Rio de Janeiro, 2002, 2004, 2006) - Dom Wilson, Bispo de Limeira, São Paulo.

2. Caminhada da Igreja a partir da Campanha da Fraternidade. Avanços e desafios – Amélia e Tuca Munhoz. Solicitaram maior conscientização de toda a comunidade eclesial para maior atendimento físico, material, psicológico e afetivo ao deficiente.

3. A pessoa com deficiência na sociedade – Carmem Ventura, Psicóloga da UNICAMP, trabalha com pessoas com Síndrome de Down - interessante sua apresentação, partindo da Antiguidade até o séc.XXI. Situou a inclusão como ponto relevante para o desenvolvimento do deficiente como pessoa.

4. A pessoa com deficiência e sua inclusão na Igreja – Pde. Geraldo Labarrere, de Goiânia.

5. Chamado da Bíblia para a pessoa com deficiência – Mathias Grenzer, Teólogo, de São Paulo – Falou sobre os milagres de Jesus segundo o Evangelho de Marcos: A importância da proximidade com Jesus .

6. Políticas públicas e pessoas com deficiência - Tuca Munhoz.

7. Testemunhos de dois casais, portadores de deficiência.

Sobre deficiência mental foi dado depoimento do Movimento Fé e Luz Nacional, de São Paulo. No último dia, reuniram-se grupos específicos de catequistas para troca de experiências e propostas de ação junto às pessoas com deficiência, grupo tão querido de Jesus, nosso salvador.

terça-feira, 22 de março de 2011

MISSA DE ENVIO

Vejam só que lindas as fotos da Missa de Envio da Catequese Especial da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Ela foi celebrada no domingo, dia 21/03 às 10h, na Paróquia N.S. da Paz no Vicariato Sul, pelo Monsenhor Manuel, Vigário Episcopal do Vicariato. Foi um momento de muita fé e alegria para os catequistas e todos os presentes.










quinta-feira, 17 de março de 2011

É sempre bom lembrar algumas informações sobre a Catequese Especial


Costuma-se ouvir de pessoas que conhecem a Catequese Especial , a seguinte frase: "Que bonito, você trabalha com aqueles doentinhos?".

Muitas pessoas ainda se referem às pessoas portadoras de deficiência mental como doentinhos, coitadinhos... e aos catequistas, como super-heróis. O diminutivo (doentinhos) talvez seja para amenizar o termo utilizado, mas demonstra condição de superioridade de quem o empregou.

Quem tem um ente querido portador de uma deficiência, o tratamento incomoda muito.
Em competições esportivas que alguns participam, constatamos a invejável saúde de muitos.

Doenças? Todos nós podemos adquirir. FRÁGEIS PARA ENFRENTAREM ESTE MUNDO DOS INTELECTUALMENTE MELHORES, sim.

Cristo nos ensina que os pequeninos são filhos prediletos do Pai e, portanto, merecem de nós, não piedade, mas acolhida e oportunidade. Como todo batizado, tem o direito de participar do banquete do Senhor. Infelizmente muita gente não percebe suas potencialidades e não as desenvolvem. Uma delas é amar e perceberem quando são amadas e não piedosamente aceitas.
Somos todos filhos prediletos do mesmo Pai , para quem somos únicos e insubstituíveis.

Maria Luci Gameleira Coordenadora de Catequese Especial da Paróquia Santo Afonso

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Fique sabendo!

PASTORAL DOS SURDOS

Paróquias e horários de Missas/Catequese com interpretação em LIBRAS:
  • Nossa Senhora de Coapacabana (Copacabana) - domingos, 16h00
  • Santa Margarida Maria (Lagoa) - 1º domingo do mês, 09h00
  • Imaculado Coração de Maria (Méier) - domingos, 17h00
  • Bom Jesus (Penha) - domingos, 09h00
  • Santo Antônio (Pavuna) - domingos, 08h30

Formação Teológica e Catequética para agentes e catequistas surdos:
Pequena Cruzada - Av. Epitácio Pessoa, 4.288, Lagoa.
Último domingo do mês, 09h00

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Fique sabendo!

PASTORAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Edifício João Paulo II
Rua Benjamin Constant, 23, sala 303 - Glória
Rio de Janeiro / RJ
Telefone: (21) 2292-3132 - ramal 250
Assessor: Pe. Jayme Henrique de Oliveira
Expediente: de 09h00 às 17h00
  • Curso de LIBRAS
  • Apoio e encaminhamentos (áreas de surdez, cadeirante, visão e outras)

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Uma boa mensagem para este início de ano

NECESSIDADES ESPECIAIS

Há alguns anos atrás, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.
Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, menos um garoto, que tropeçou no asfalto, caiu rolando e comçou a chorar.
Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás.
Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar".
E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa história até hoje.
Porquê?
Por que, lá no fundo, nós sabemos que o que importa nesta vida mais do que ganhar sozinho, é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso.

(Autor desconhecido)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

ESPIRITUALIDADE DO CATEQUISTA


Espiritualidade é...
... a vida segundo o Espírito;
... viver o mistério de Cristo na própria vida;
... a ciência que estuda a vida espiritual;

Importância da espiritualidade
É dimensão da formação catequética, porque...

-> Assegura a vocação, a fé, o conteúdo e a vivência do catequista;
-> Realça a força transformadora da palavra de Deus e da sua mensagem na sua vida pessoal e na capacitação para o anúncio.
-> Garante a perseverança diante das dificuldades internas e externas;
-> Ajuda o catequista em sua missão de conduzir os catequizandos a Cristo;
-> Colabora na coerência de vida do catequista.

Fontes da Espiritualidade
-> A Palavra de Deus;
-> A Liturgia;

Meios para a formação espiritual
-> Meditação diária da Palavra de Deus;
-> Participação na Celebração e Comunhão Eucarística;
-> Devoção mariana;
-> Formação humana, bíblica, teológica, espiritual, litúrgica, metodológica, pedagógica e psicológica.
-> Conhecimento da vida dos santos;
-> Interação fé e vida;
-> Profunda comunhão com o Magistério da Igreja e as orientações da Diocese;
-> Bom relacionamento e afetividade com o pároco, os demais catequistas, catequizandos e comunidade eclesial.

Dinâmica da vida espiritual
Querer estar com Jesus numa total disposição para aprender d’Ele seu modo de ser e de agir.

-> Bondade, Ternura e Misericórdia;
-> Espírito Comunitário;
-> Coração livre e desapegado;
-> Abraçar a Cruz com amor.

“Tende entre vós os mesmos sentimentos de Jesus Cristo” (Fl 2,5)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

DIÁLOGO E COMUNICAÇÃO NA CATEQUESE


O diálogo sempre foi importante para o desenvolvimento das potencialidades humanas tanto no nível pessoal, como no cultural e social. Feita à imagem e semelhança de Deus, a pessoa descobre-se como ser dialogante como o é o próprio Deus.

Espiritualidade do diálogo:
- nas relações da pessoa consigo mesma: amor à verdade, desejo de conversão, humildade, capacidade de autocrítica e de perdão, despojamento, plasticidade mental, alegria, vontade de aprender...
- nas relações com o outro: caridade, paciência, fraternidade, ternura, superação de preconceitos, solidariedade, lealdade...
- nas relações com Deus: descoberta da presença de Deus, compromisso com o Reino, oração, confiança na ação do Espírito Santo, vida sacramental, espírito de fé, esperança inabalável, amor incondicional.

Nunca estamos prontos e acabados. Conversão deve ser atitude constante do cristão e o outro nos ajuda a ver onde precisamos crescer. Diálogo na catequese não é só uma questão metodológica, ela deriva de um certo modo de compreender Deus e a vida. É um especialíssimo caminho de santidade.

A missão do catequista é fazer ecoar a Palavra de Deus. Ele é sobretudo um comunicador, por isso “é necessário que a catequese estimule novas expressões do Evangelho na cultura na qual este foi implantado.”(DGC 208).

Toda a formação do catequista deve estar finalizada nesta arte da comunicação da fé, pois na ação catequética catequistas e catequizandos são sujeitos da comunicação.

Nesta comunicação, o importante não são tanto os meios de comunicação, mas os gestos interpessoais. É preciso descobrir cada vez mais a linguagem da pessoa: é a linguagem primordial.

Daí a necessidade de se exercitar na comunicação humana, afetiva e valorizar a Liturgia como um dos grandes meios de Deus comunicar-se conosco.

Neste sentido, é de suma importância o uso dos elementos culturais, particularmente simbólicos, que possam favorecer mais facilmente a partilha.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

AUDIOTECA SAL E LUZ

São áudios de 2.700 livros que podem ser enviados a deficientes visuais.

Divulgue! Procure o site: http://www.audioteca.org.br/catalogo.htm e veja os nomes dos livros falados disponiveis.

A Audioteca Sal e Luz é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, que produz e empresta livros falados (audiolivros).

Mas o que seria isto? São livros que alcançam cegos e deficientes visuais, (inclusive os com dificuldade de visão pela idade avançada) de forma totalmente gratuita.

Seu acervo conta com mais de 2.700 títulos que vão desde literatura em geral, passando por textos religiosos até textos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral. São emprestados sob a forma de fita K7, CD ou MP3.

E agora, você está se perguntando: O que eu tenho a ver com isso? É simples. Nos ajude divulgando. Se você conhece algum cego ou deficiente visual, fale do nosso trabalho. DIVULGUE!

Para ter acesso ao nosso acervo, basta se associar na nossa sede, que fica situada à Rua Primeiro de Março, 125- Centro. RJ. Não precisa ser morador do Rio de Janeiro.

A outra opção, foi uma alternativa que se criou face a dificuldade de locomoção dos deficientes na nossa cidade. Eles podem solicitar o livro pelo telefone, escolhendo o título pelo site, e lhe será enviado gratuitamente pelos Correios.

A maior preocupação da Audioteca reside no fato que, apesar do governo estar ajudando imensamente, é preciso apresentar resultados, atingindo um número significativo de associados, que realmente contemplem o trabalho, se não ele irá se extinguir e os deficientes não poderão desfrutar da magia da leitura. Só quem tem o prazer na leitura, sabe dizer que é impossível imaginar o mundo sem os livros...

Ajudem! Divulguem!


Audioteca Sal e Luz
Rua Primeiro de Março, 125- 7. Andar
Centro- RJ. CEP 20010-000
Fone: (21) 2233-8007 (21) 2233-8007
Horário de atendimento: 08 às 16 horas
http://audioteca.org.br/noticias.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

CONCLUSÃO DE CURSO

No último dia 16 de outubro, encerrou-se o curso de Catequese Especial, no Vicariato Sul - Paróquia Nossa Senhora de Copacabana e Santa Rosa de Lima, com Missa celebrada pelo Padre Eduardo, da Paróquia São Paulo Apóstolo.
Após a missa comemoramos a perseverança e a amizade dos 21 catequistas, das Paróquias: São Paulo Apóstolo, Santa Mônica, Nossa Senhora da Paz, Nossa Senhora da Esperança, Nossa Senhora da Glória, Santa Terezinha, Imaculada Conceição , São João Batista e os jovens da São José Operário (Maré).
Roguemos à Deus que se empenhem em transmitir aos nossos amigos “especiais” o amor incondicional do Criador.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

FESTA AGOSTINA


A Catequese Especial do Vicariato Suburbano organizou uma FESTA AGOSTINA (22/08). O evento foi na Paróquia de Santa Barbara, em Rocha Miranda e teve tudo típico de uma festa folclórica: música, dança, comidas típicas, brincadeiras, barraquinhas... e muita alegria. Foi uma bela confraternização para os catequistas, os catequizandos e suas famílias. Tudo sob a acolhida do pároco de Santa Bárbara, o sorridente Padre Brás.

Confira algumas fotos na parte inferior do nosso blog.