Curso para Catequistas da Catequese Especial

Curso para Catequistas da Catequese Especial

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Mãe italiana celebra doze anos do seu “Milagre” de Natal


No Natal do ano 2000, a italiana Lucrecia Tresoldi recebeu um milagre: seu filho Maximiliano despertou do estado de inconsciência no qual esteve por quase dez anos após sofrer um acidente automobilístico.

“Max” tinha apenas 20 anos quando ficou paralisado como “um tronco morto sem possibilidade alguma de recuperação”, tal como os médicos o diagnosticaram em 15 de agosto de 1991, após um terrível acidente de automóvel.

No 28 de dezembro de 2000 Lucrecia Tresoldi deitou o Max como o fazia a cada noite desde que saiu do hospital e nesta ocasião, não tomou sua mão para lhe fazer o sinal da cruz, sentia-se deprimida e sem forças. “Já não posso mais, não quero rezar nem nada”, disse ao filho.

Não obstante, como explica Lucrecia “o sinal da cruz foi realmente sua salvação”. Naquele exato momento Max tirou forças para consolar sua mãe, elevou a mão e fez ele mesmo o sinal da cruz. Depois, abraçou-a.

Para a Lucrecia foi o melhor presente de Natal de toda a sua vida. A partir desse momento, Max começou a exteriorizar seus sentimentos e emoções. Em declarações ao grupo ACI, Max afirmou que ele “sempre esteve contente apesar de sua paralisia”.

Lucrecia assinalou que a primeira palavra que disse Max foi “eu sou feliz, estou contente de estar com vocês”. Logo depois o rapaz, disse que era consciente de tudo quando não tinha forças para expressar-se, e inclusive sabia a equivalência da lira italiana ao euro.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Milhares de olhos voltados para a menina de Deus




Testemunho extraordinário de Gianna Jessen numa paróquia romana

Por Gaia Bottino

Gianna Jessen é uma figura bem conhecida nas realidades dos movimentos em favor da vida, e no encontro em que ela foi protagonista no passado dia 4 de dezembro na paróquia Gran Mãe de Deus no Ponte Milvio, estavam presentes mais de mil pessoas, na maioria jovens, desejosos de escutar a história desta pequena mulher com olhos iluminados de uma alegria fora do normal, de como conseguiu transformar a sua vida numa obra prima.

Gianna Jessen tornou-se o símbolo do movimento pro-vida nos Estados Unidos. A sua história pessoal, que inspirou o filme October Baby, tem o sabor de milagre: há 35 anos, nasceu Gianna viva em uma clínica de aborto ligada à associação Planned Parenthood; sua mãe, então 17 anos de idade e no sétimo mês de gravidez, tinha sido aconselhada para abortar por meio do aborto salino que consiste na injeção no útero de uma solução salina que corroe o feto e o leva à morte em 24 horas.
Apesar dos planos humanos, Gianna vê a luz como decidido pelos projetos da Providência: a técnica do aborto salino não funcionou com o bebê e nasceu viva depois de 18 horas, ainda que a falta de oxigênio dentro do útero tenha provocado nela uma paralisia cerebral e muscular. No entanto Gianna aprendeu a caminhar com tutores aos três anos, aos vinte anos conseguiu caminhar sem tutor até correr no 2006 na maratona de Nova York para sensibilizar a opinião pública sobre o tema do aborto.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

‘Somos irmãos em Cristo’



No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, Dom Roque fala sobre a igualdade perante Deus

“No período de preparação para o Natal, nós procuramos a confraternização como expressão daquilo que somos: irmãos e irmãs em Cristo. Celebrar o nascimento de Jesus é declarar o valor dessa unidade, onde não há distinção de pessoas”. Com essas palavras, Dom Roque Costa Souza, bispo auxiliar do Rio, iniciou a homilia da missa pelo Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrada no dia 3 de dezembro, na Capela do Edifício João Paulo II, na Glória.

Baseado no princípio da igualdade perante Deus, Dom Roque sublinhou o fato de que a Igreja busca a todos, sem exceção.

“Somos valorizados como pessoa humana, independentemente de nossas limitações. Queremos apresentar a Deus nossa vida, a disponibilidade de um ser humano capaz de se adaptar a tantas situações”, disse o bispo.

Durante a homilia, o celebrante citou ainda as dificuldades enfrentadas por São Francisco Xavier para levar a Palavra de Deus a lugares distantes.

“A dor e o sofrimento da vida dos santos devem causar em nós um sinal de esperança. São Modelos para nós daqueles que superaram suas próprias dificuldades, suas limitações, suas lutas interiores e exteriores”, explicou.

A missa, que começou às 10h, foi concelebrada pelo padre Roberto dos Santos, assessor eclesiástico da Pastoral da Pessoa com Deficiência. Em seguida, às 13h, os fiéis assistiram à palestra “Acessibilidade: um dos direitos da Pessoa com Deficiência”, ministrada pelo advogado Geraldo Nogueira. O evento foi encerrado com um debate.

Fonte: Testemunho de Fé

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Dica de Leitura


Ainda que este livro seja direcionado às escolas em geral, é sempre bom o catequista saber sobre a importância da inclusão em todos os ambientes, inclusive em nossas paróquias.


Nunca será demais falar de inclusão. Sobretudo, quando quem fala é a voz daqueles que participam de verdadeiras práticas de inclusão…


INCLUSÃO NÃO RIMA COM SOLIDÃO
Por José Pacheco

Wak Editora
Preço: R$ 24,00
Os obstáculos que uma escola encontra, quando aspira a práticas de inclusão, são problemas de relação.

Mas, sempre que um professor se assume individualmente responsável pelos atos do seu coletivo, em espaços de convivencialidade reflexiva, reelabora a sua cultura pessoal e profissional... o professor “inclui-se”. 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Todos têm direito à vida



“Precisamos fazer tudo para salvar uma pessoa”, afirmou o bispo auxiliar Dom Antonio Augusto Dias Duarte, durante a palestra que ministrou a favor da vida e contra o aborto, no Seminário sobre a Reforma do Código Penal, que aconteceu na sede da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ). O evento, realizado em três edições, nos dias 24 e 31 de outubro e 7 de novembro, debateu diversos temas, entre eles: drogas, violência doméstica, aborto, eutanásia e prostituição.

“Eu me sinto muito à vontade para falar desse tema, porque além de sacerdote, sou médico pediatra, formado pela Universidade de São Paulo (USP). Nós, como Igreja Católica, defendemos a dignidade da pessoa humana, não apenas como um ponto de vista, mas como uma verdade universal, porque o ser humano merece todo o respeito. A defesa da vida humana não é um tema religioso ou moralista, é um tema humano. O que está em questão é a vida humana”, disse.

Dom Antonio alertou que no texto do anteprojeto do Novo Código Penal (PLS 236/2012), que tramita no Senado, o ‘direito de matar’ um ser humano inocente e indefeso no ventre materno está sendo ampliado. Ele afirmou que as mulheres que cometem um aborto devem ser tratadas com misericórdia, compreensão e amor, mas que é preciso lutar para manter o direito que todas as pessoas têm à vida e que nada deve justificar um assassinato. 

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Vicariato Episcopal Jacarepaguá inicia evangelização com surdos



No Dia Mundial das Missões, 21 de outubro, na Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, no Pechincha, aconteceu a fundação da primeira comunidade de surdos da Região Oeste – Vicariato Episcopal Jacarepaguá.

A cerimônia contou com a acolhida do vigário episcopal de Jacarepaguá e pároco da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, monsenhor Jan Kaleta, e missa presidida pelo recém empossado assessor eclesiástico das pastorais dos surdos e da Pessoa com Deficiência, padre Roberto Pereira.

Estiveram presentes na celebração mais de 80 surdos e 11 intérpretes vindos das dioceses do Leste 1 (Nova Iguaçu, Niterói e Nova Friburgo), as comunidades da Arquidiocese do Rio (Lagoa, Copacabana, Penha, Pavuna, Méier, Riachuelo) e da paróquia. Após a missa, foi servido um lanche partilhado de confraternização na sala destinada à Pastoral dos Surdos. As missas e a catequese na paróquia acontecerão todos os domingos, às 10h15.

Acolher o surdo na diversidade da comunicação (Língua Brasileira de Sinais – LIBRA) e respeitar a sua identidade pessoal é uma atitude pelo menos civilizatória. A Igreja do Rio há 31 anos tem desenvolvido uma catequese e um trabalho muito específico com os surdos. E o notável dessa fundação em Jacarepaguá é a presença ativa dos jovens surdos, sinal de esperança em vista à Jornada Mundial da Juventude Rio2013.

Jornal Testemunho de Fé
com colaboração de
 César Bacchim e Iracema Müller

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Missa em LIBRAS no Vicariato Jacarepaguá




Você que procura Missa com a tradução em LIBRAS, fique ligado!!!

No próximo domingo, dia 21 de outubro, às 10h, na Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Rua Benevente, 15 – Pechincha) teremos oficialmente a abertura da linguagem LIBRAS em nossas Missas.
Monsenhor Jan Kaleta, vigário episcopal, irá receber toda equipe responsável por este trabalho.

Divulgue!

Vicariato Jacarepaguá

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Quem é o nascituro?




Nascituro não é uma palavra usualmente utilizada. Trata-se, segundo os dicionários, dos seres concebidos, mas ainda não dados à luz. 

A CNBB propõe para a sociedade brasileira o Dia do Nascituro, aos 8 de outubro, e a Semana de Defesa e Promoção da Vida. Entendo que com esta iniciativa pretende que todos nós reflitamos sobre a vida humana, o momento do seu início, seu significado e sua dignidade. 

Infelizmente existem pessoas interessadas em rebaixar o valor da vida humana, ou mesmo questionar a sua existência, principalmente nos primeiros momentos da gestação. Pretende-se induzir ao erro a sociedade brasileira de forma que até as pessoas de boa fé, católicos e não católicos, passem a acreditar que a vida humana – na forma de embrião humano ou feto humano, por exemplo -, sejam apenas “coisas” que podemos manipular na dependência de interesses particulares. 

Dentre tantos aspectos que envolvem o nascituro, parece-me importante destacar um: quando é que começa uma nova vida humana.  

segunda-feira, 30 de julho de 2012

The Little Boy




(Helen E. Bucklay) 


Era uma vez um menininho que contrastava com a escola bastante grande. Uma manhã a professora disse que os alunos iriam fazer um desenho. 

- Que bom! - Ele gostava de fazer desenhos. 

Ele pegou sua caixa de lápis de cor e começou a desenhar. Mas a professora disse para esperar, que ainda não era hora de começar. E ela esperou até que todos estivessem prontos. 

- Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores. 
- Que bom! - pensou o menininho. Ele gostava de desenhar flores e começou a desenhar flores com lápis rosa, azul e laranja. Mas a professora disse que ia mostrar como fazer. 

E a flor era vermelha com caule verde. 
- Assim, disse a professora, agora vocês podem começar. 

O menininho olhou para a flor da professora, então olhou para a sua flor. Gostou mais da sua flor, mas não podia dizer isso. Ele virou o papel e desenhou uma flor igual à da professora. 

Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse que os alunos iriam fazer alguma coisa com o barro. 

- Que bom! - pensou. Ele gostava de trabalhar com barro. 

Ele pensou que podia fazer com ele todos os tipos de coisas: elefantes, camundongos, carros e caminhões. Começou a juntar e amassar a sua bola de barro. Mas a professora disse para esperar. 

E ela esperou até que todos estivessem prontos. 

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Obrigado Dom Eugênio!




“Não te esqueças do amigo em teu coração, não percas a sua lembrança em meio às riquezas” (Eclo37,6).

Catequizandos e catequistas da Catequese Especial,
Temos um amigo muito especial, intercedendo por nós, lá no céu: Cardeal  Dom Eugenio de Araújo Sales.

Graças a este homem de Deus que apoiou, integralmente, o pedido do Sacerdote e Psicólogo Pe. José Marques da Rocha, CSsR, para desenvolver um projeto catequético direcionado a pessoas com deficiência cognitiva, na Paróquia de Santo Afonso, foi possível  dar a estes uma educação na fé, o direito de conhecerem Jesus e participarem das celebração dos Sacramentos da Eucaristia e da Crisma.

Este gesto de amor, carinho e respeito à diversidade humana e, de confiança ao trabalho do Sacerdote que o ajudava na missão de levar o Reino de Deus a todas as criaturas, deu frutos gratificantes.

Desde 1976 estamos inseridos no Plano Pastoral de Arquidiocese do Rio de Janeiro, atualmente, no Diretório Arquidiocesano da Iniciação Cristã como membros desta caminhada da Iniciação Cristã levando esta modalidade às Paróquias do Rio de Janeiro.

Quantos jovens, quantos pais tiveram e têm a felicidade de terem seus filhos deficientes participando das celebrações eucarísticas nestes 37 anos de obediência ao mandato de Jesus “Ide por todo mundo e evangelizai todas as criaturas.”(Mc16,15)

Obrigado D.Eugenio, obrigado Bom Pastor, obrigado pelas ovelhas levadas a conhecer o amor incondicional do Pai porque o senhor, como bom discípulo, acreditou na capacidade daqueles que são os preferidos do Pai,

A Catequese Especial 

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Síndromes - conhecer, planejar e incluir



Este livro, ao trazer para o debate síndromes e possibilidades de inclusão, quer contribuir para que os sujeitos tão marginalizados e excluídos que apresentam alguma síndrome com características, às vezes, tão peculiares, sejam vistos como pessoas produtoras de cultura, com histórias muito próprias, como seres que têm direito a uma educação de qualidade. 


Temos vivenciado neste início de século uma escola que tem se aberto para a diversidade de sujeitos e tem assumido uma postura que chamamos inclusiva. A escola inclusiva direciona-se para um ensino que, além de reforçar os mecanismos de interação solidária e os procedimentos cooperativos, auxilia o ser humano a se ver e a se perceber como parte de um todo que independe de suas características físicas.

Nesse sentido, a proposição de ações pedagógicas com vistas à inclusão total do aluno com algum tipo de comprometimento físico, mental ou sensorial causado por alguma síndrome específica pressupõe dois caminhos que consideramos necessários: a) o conhecimento das características e peculiaridades desses sujeitos; e b) o pensar sobre práticas pedagógicas que levem esses sujeitos a se apropriarem dos conhecimentos socialmente construídos.

Assim, pensando em uma escola que se reinventa e se reinterpreta a cada ano, semestre, dia, que não fica parada no espaço-tempo da ilusão de que todos os seus sujeitos aprendem da mesma forma e, ao mesmo tempo, de que todos têm capacidades iguais, este livro apresenta algumas das principais síndromes que se fazem presentes nas escolas comuns e discutepossibilidades de se aprimorar o processo de escolarização de crianças com essas síndromes, no sentido de contribuir para que a prática docente e pedagógica da e scola passe a ver nesses sujeitos as múltiplas possibilidades de aprendizagem para além de suas peculiaridades.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Estudantes com necessidades especiais




Título: ESTUDANTES COM NECESSIDADES ESPECIAIS
ORGANIZADOR: SÍLVIA ESTER ORRÚ

A obra apresenta um olhar crítico sobre as novas feições que vêm adquirindo nos últimos anos os programas e processos de educação especial e são recorrentes em anunciar a necessidade de se ampliar as ações de formação dos educadores no saber especializado que atenda à diversidade de estudantes, consonante com os novos modelos de atendimento educacional, marcados pela ideologia e proposta de uma escola inclusiva, possibilitando a ampliação do acesso de estudantes considerados com necessidades especiais às escolas comuns.

Traz para o leitor uma ótima abrangência de quem são os estudantes cuja singularidade a educação especial tem seus objetos de práticas e pesquisa, abordando aspectos relevantes para a educação e pesquisa. A motivação maior é a expectativa de que o conhecimento aqui presente possa contribuir para elevar o nível dos programas de ensino nas escolas includentes.

Literatura orientada para professores da educação básica e do ensino superior, além de estudantes de graduação e pós-graduação na área da Educação e áreas afins. 

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Estratégias lúdicas para o ensino da criança com deficiência




A inclusão em educação tem sido alvo de grandes reflexões e debates nos dias atuais. Há grandes divergências quanto à forma de inclusão e até mesmo, se ela deve ou não acontecer, mas o fato é que muitas crianças, com as mais variadas deficiências, estão ingressando nas escolas e muitos professores, angustiados, sem saber como planejar suas aulas.

Este livro conta a experiência de mais de 10 anos da autora na educação de crianças com deficiência, porém as sugestões e os relatos aqui expostos não têm por objetivo trazer uma receita de como elaborar propostas pedagógicas para estes alunos, mas sim mostrar algumas das experiências vivenciadas em educação especial, que poderão servir de apoio a outros professores e demais profissionais.

A intenção é que possa servir de apoio ao trabalho de sala comum ou de recursos, pois, apesar de terem sido desenvolvidas em salas especiais, proporcionam reflexões e uma variedade de ideias para se trabalhar com a diversidade, inclusive com a deficiência múltipla.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

O tenor Saulo Laucas estará se apresentando no Simpósio sobre Autismo



Saulo nasceu cego e aos três anos foi diagnosticado autista.
Fez o curso fundamental de maneira específica. Por ter uma memória privilegiada, sempre guardou os conteúdos escolares com facilidade.
Em 2008, fez exame para o curso intermediário de canto da Escola Nacional de Música (UFRJ) tendo passado em primeiro lugar geral. Encerrou o curso com brilhantismo sendo comparado com os bons alunos do bacharelado. 
Prestou vestibular e hoje é aluno matriculado no bacharelado, totalmente integrado ao curso de canto da UFRJ. 
Já cantou na Sala Cecília Meirelles, em várias igrejas do Rio de Janeiro nos projetos do Viva Música. Esteve representando os autistas várias vezes em Brasília, no Senado Federal, além de participar de eventos de projetos de lei em diversas cidades e estados do Brasil. 
Saulo hoje é um ícone do Projeto dos Autistas.

A Wak Editora em comemoração aos seus 13 anos está realizando alguns eventos para aproximar autores e leitores.
Neste primeiro evento, o tema escolhido foi - Autismo. Com profissionais da área e depoimento de pais. Um evento para pais e professores.
Aproveite, as vagas são limitadas!
Certificado de oito horas.

SIMPÓSIO SOBRE AUTISMO
Práticas educativas na escola e na família

8h00 – cadastramento
9h00 – Palestra – Adriana Rocha Brito - RJ
Tema: Diagnóstico
10h15 – pausa para o café
10h30 – Palestra – Vilmara Mendes Gonring – ES
Tema: A criança com Síndrome de Asperger na escola comum: um olhar inclusivo.
11h30 – Ulisses da Costa Batista
Tema: Autismo no Brasil – um grande desafio
12h00 – almoço
13h30 – depoimentos
14h15 – Palestra – Eugenio Cunha – RJ
Tema: Práticas pedagógicas para a inclusão de alunos com autismo
16h00 – pausa  para  o café
16h20 – Palestra –Sílvia Ester Orrú – DF
Tema: Autismo: singularidades no processo educacional na perspectiva inclusiva.
17h30 – encerramento

Realização: Wak Projetos Culturais
Dia 4 de agosto de 2012
Local: colégio Pedro II da Tijuca
Rua São Francisco Xavier 204 – Tijuca – Rio de Janeiro
(próximo ao metro São Francisco Xavier)
Valor: R$ 100,00

Inscrição: www.wakeditora.com.br
Informações: (21) 3208-6113 / 3208-6095

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Os Diferentes



Diferente não é quem o pretende ser. 

Diferente é quem foi dotado de alguns ‘mais” e de alguns “menos” em hora, momento e lugar errado, para os outros, que riem de inveja de não ser sempre mais próximo da perfeição. 

O diferente nunca é chato, mas é sempre confundido com ele por pessoas menos sensíveis e avisadas. 

Um diferente medroso, este sim acaba transformando-se num chato. Chato é um diferente que não vingou. 

Os diferentes muito inteligentes entendem, porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos contra o mundo inteiro. Diferente que se preza entende o porquê de que agride. 

O diferente começa a sofrer cedo. Desde o 1º grau, onde todos os demais de mãos dadas, se unem para transformar o que é peculiaridade de potencial, em aleijão e caricatura. O que é percepção aguçada em: “ – Poxa, fulano, como você é complicado”. O que é o embrião de um estilo próprio em: “ – você não está vendo como todo mundo faz?”. Tudo isto, muitas vezes, acontece com ajuda da omissão de alguns professores. 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Eles aprendem?




Toda vez que comemoramos Pentecostes me vem em mente a pergunta que muitos fazem a nós que nos dedicamos à Catequese Especial (com pessoas com deficiência mental): “Elas aprendem?”.

No entender de muitos, eles nunca irão aprender.

Mas como descreve o texto do Ato dos Apóstolos, o povo começa a falar do que ocorrerá no dia de Pentecostes: “todos entenderam em sua própria língua”. A vinda do Espírito Santo instaura uma comunicação universal a partir da capacidade e entendimento de cada um. O Espírito quebra barreiras até então intransponíveis e dá a cada um, a capacidade de entender o que é dito, em sua própria língua.

Nossos catequizandos chegam como que numa verdadeira “Babel”. Mas não são as técnicas psicopedagógicas (que não podem ser desprezadas), que vão permitir que “cada um entenda em sua própria língua”, mas a espiritualidade do catequista colocando-se um instrumento do Espírito Santo.

Chegamos ao verdadeiro Pentecostes quando ouvimos o que nos narrou a mãe de um catequizando: Mãe e filho foram a Nova Iorque. Ao entrar com seu filho, portador da Síndrome de Down, numa igreja para fazerem uma oração, o rapaz permaneceu muito tempo ajoelhado diante do altar. Ao ser chamado pela mãe para irem embora, ele respondeu: “Mãe deixa-me conversar mais um pouquinho com quem me entende nesta terra...”

O Espírito quebra barreiras para que haja entendimento total.

Maria Luci Gameleira Curi


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Igreja se empenha na integração de deficientes visuais




Segundo os últimos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2000, cerca de 16,6 milhões de brasileiros têm algum grau de deficiência visual e quase 150 mil se declararam cegos. 

Diante dessa realidade, a Igreja Católica tem se mostrado próxima a essas pessoas promovendo sua inclusão nas comunidades e desenvolvendo projetos para a melhora na qualidade de vida delas.

O Instituto Padre Chico, por exemplo, acompanha crianças de seis meses até nove anos. Além do ensino do método braile, as crianças têm toda formação geral dos primeiros anos escolares. Existem ainda programas de integração e mobilidade, visando a independência do deficiente visual e a orientação profissional que explore as aptidões de cada pessoa.

No campo da evangelização, há uma Catequese para as crianças católicas, mas que também é aberta a todos, explica o Bispo de Limeira e Referencial da Catequese no Regional Sul 1 da CNBB, Dom Vilson Oliveira.

— A Igreja busca oferecer uma catequese apropriada em seu conteúdo e recursos, sem reduzi-la ou simplificá-la. Procuramos fazer essa integração do deficiente visual nas comunidades para que ele seja membro participante e atuante, dando seu contributo para sua comunidade de fé, salientou o bispo.

quarta-feira, 14 de março de 2012

Aconteceu: Jornada da Catequese Especial



No dia 11 de março, aconteceu no auditório da Paróquia Divino Espírito Santo e São João Batista a Jornada da Catequese Especial, cujo objetivo principal foi à apresentação do Projeto Meu Amigo Jesus.

O evento que foi conduzido pelas assessoras arquidiocesanas da catequese especial, Miriam Cataldo e Rosali Barros, iniciou com a oração de Pe. Cláudio dos Santos, Vigário Episcopal Norte. Na sequência tivemos a presença ilustríssima do Pe. José Marques, diretor espiritual e fundador da catequese especial, que palestrou desde a implantação da catequese especial até o projeto Meu amigo Jesus, que tem como objetivo a atualização dos materiais didáticos das três etapas do pré-catecumenato especial.  

Também esteve presente na jornada catequética, Irmã Lúcia Imaculada que complementou o encontro refletindo sobre a importância da fundação da catequese especial.

Por fim as catequistas do pré-catecumenato especial da Paróquia Santo Afonso, que receberam o material didático em caráter experimental, esboçaram sua experiência e os seminaristas presentes fizeram a oração final.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Conheça a Catequese Especial




"Não é tarefa fácil penetrar o mundo interior da criança, do adolescente ou do jovem com deficiência ou atraso no desenvolvimento mental. Só se consegue com muito amor!
  Quando se trata de levar-lhes o fato novo do Evangelho,  de conduzi-los à descoberta e ao encontro pessoal com Cristo e com o mistério e sua graça redentora, com sua presença viva pelo dom do Espírito e por sua ação real e misteriosa na comunhão em seu Corpo Místico, algo mais é preciso.
   Deve haver oração, pois somente a graça pode tocar o coração destes catequizandos especiais. Deve haver, também, o testemunho e sobretudo, a experiência viva da amizade pura, da transparência para o catequizando especial da bondade de Cristo na pessoa do catequista." 
 In  Apresentação da adaptação de Senhor, eu Te Adoro! Dom José Carlos de Lima Vaz . Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, 02/02/1991

Catequistas,
Não é fácil, mas também não é impossível!
Conheça esta modalidade catequética – a Catequese Especial. Não desanime, não tenha medo!
Procure em seu vicariato  a coordenação ou na coordenação arquidiocesana, pelo telefone: 2292-3132, ramais 442 e 445  e você será bem informado.

É preciso que a Paróquia tenha catequistas que fizeram o curso promovido pela comissão arquidiocesana. Se não tem, faça-o... Abra um núcleo em sua Paróquia  e avise-nos!
  Comissão de Iniciação Cristã - Catequese Especial

segunda-feira, 5 de março de 2012

Jornada da Catequese Especial




No próximo dia 10 de março, às 8h30min, no auditório da Paróquia do Divino Espírito Santo (Rua Felipe Camarão nº12, Largo do Maracanã) nos encontraremos para mais uma Jornada da Catequese Especial.

Vocês pediram e nós tentamos atendê-los: vamos conversar sobre o Projeto “Meu Amigo Jesus”, que compõem-se dos 3 livros básicos de catequese para os especiais.

Apresentaremos também, o livro de encontros da 1ª etapa, mas lembre-se: é um projeto, a palavra final será dos catequistas que trabalham com especiais, principalmente os que este ano terão 1ª etapa.

Programação:
8h30 - Chegada
9h00 - Oração
9h15 - Considerações sobre o Projeto (Pe Marques)
10h00 - Intervalo
10h15 - Experiência das catequistas da Paróquia Santo Afonso
11h00 - Debate e considerações finais

Esperamos por vocês! Até sábado...
Comissão de Catequese Especial

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Coisas que aprendi com você





Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você pegar o primeiro desenho que fiz e prendê-lo na geladeira, e, imediatamente, eu tive vontade de fazer outro para você. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando comida a um gato de rua, e eu aprendi que é legal tratar bem os animais. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazer meu bolo favorito para mim e eu aprendi que as coisas pequenas podem ser as mais especiais na nossa vida. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, ouvi você fazendo uma oração, e eu aprendi que existe um Deus com quem eu posso sempre falar e em Quem eu posso sempre confiar. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazendo comida e levando para uma amiga que estava doente, e eu aprendi que todos nós temos que ajudar e tomar conta uns dos outros. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando seu tempo e seu dinheiro para ajudar as pessoas mais necessitadas e eu aprendi que aqueles que têm alguma coisa devem ajudar quem nada tem. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu senti você me dando um beijo de boa noite e me senti amado e seguro. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você tomando conta da nossa casa e de todos nós, e eu aprendi que nós temos que cuidar com carinho daquilo que temos e das pessoas que gostamos. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi como você cumpria com todas as suas responsabilidades, mesmo quando não estava se sentindo bem, e eu aprendi que tinha que ser responsável quando eu crescesse. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi lágrimas nos seus olhos, e eu aprendi que, às vezes, acontecem coisas que nos machucam, mas que não tem nenhum problema a gente chorar. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi que você estava preocupada e eu quis fazer o melhor de mim para ser o que quisesse. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, foi quando eu aprendi a maior parte das lições de vida que eu precisava para ser uma pessoa boa e produtiva quando eu crescesse. 

Quando você pensava que eu não estava olhando, eu olhava para você e queria te dizer: "Obrigado por todas as coisas que eu vi e aprendi quando você pensava que eu não estava olhando!"